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Notícia | Entrevista

Publicada em 19 de novembro de 2017 às 20h05

Carpegiani destaca atuação no 1º tempo como fator para derrota

"Não atuamos bem no primeiro tempo", destaca o treinador

Victor de Freitas

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Fonte: Reprodução/Aldo Carneiro/Pernambuco Press

Neste domingo (19), o Bahia sofreu a segunda derrota sob o comando de Carpegiani, por 1 a 0 para o Sport. o treinador tricolor concedeu entrevista coletiva após o jogo e falou sobre a atuação da equipe.

Em sua avaliação sobre o jogo disputado na Ilha do Retiro, Carpegiani citou a má atuação da equipe no primeiro tempo como o maior fator para o revés sofrido fora de casa.

"Se fizer uma análise geral, não fizemos um bom primeiro tempo. Não ganhamos a segunda bola, tivemos retenção de bola no nosso campo, dificuldades nas penetrações. O time deles teve um pouco de dificuldade, se resumiu a bolas escoradas em cima do Diego Souza e acabou fazendo o gol de lateral e fazendo a diferença no primeiro tempo. Depois entrou o Vinícius, e melhorou bastante. E ai dominamos o jogo. Não tivemos muitas oportunidades, mas tivemos um domínio acentuado. Depois arrisquei mais, tudo, com um centroavante, homem de área, mas aí não deu. Caiu de produção. Paciência. Não somos imbatíveis. Tivemos dificuldades normais. Ganha quem tem mérito. Justiça ou injustiça não existe. Quem faz o gol vence", analisou Carpegiani.

Carpegiani reclamou de ter levado gol no primeiro tempo pela terceira partida consecutiva, o que dificultou ainda mais a partida.

"(...) Estou aqui conversando quando perde. Tenho que dar justificativa sem fugir da verdade. Não atuamos bem no primeiro tempo. É uma coisa que temos iniciado os jogos já há algum tempo dessa forma. Precisa tomar o gol para tentar reverter? Tem que entrar com tudo, não esperar tomar o gol. É um amadurecimento da equipe. Com a sequência de jogos, a cobrança, é que a equipe amanhã vai ter um belo futebol", acrescentou.

Perguntado sobre uma possível "ordem" para Jean cobrar as faltas na partida, Carpegiani explicou como funciona a escolha dos batedores durante o jogo.

"Não conversei com eles. Tanto pênaltis quanto faltas, eles treinam, você sempre tem dois ou três batedores. Nas palestras, digo que quem está melhor no jogo tem a condição de ser o batedor. Então às vezes quem não está bem... Pode ser o oficial, mas não está bem no jogo, tem que ter consciência de que outro tem que ter a preferência. Vi o Mendoza; o goleiro foi bater e depois voltou, aí já foi sem moral. Os dois batem muto bem. Nem toquei nesse assunto. mas não tem problema nenhum da minha maneira de ser. Na hora, bate aquele que está melhor", explicou.

Carpé também mandou um recado para a torcida comparecer e apoiar a equipe no jogo contra a Chapecoense.

"Que nos apoie. Eu sempre disse que é uma torcida fanática. Já estive em grandes clubes do futebol brasileiro... Essa ansiedade que senti e que existe um pouco da parte do jogador, do nosso time, pode estar atrapalhando um pouco. Tem que ser sem ansiedade, com gana. Temos a obrigação de tentar satisfazer a torcida. Colocamos a possibilidade na cabeça deles, agora a responsabilidade é toda nossa. Vamos tratar de de vencer o próximo e tentar nem que seja a Pré-Libertadores, não importa. Temos que fazer nossa parte e ver o que dá no final", finalizou.

Por conta do triunfo do Atlético Mineiro, o Bahia agora é o 10º colocado do Brasileirão, com 49 pontos. O sétimo colocado é o Botafogo, com 52.

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