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Notícia | Entrevista

Publicada em 25 de novembro de 2018 às 22h23

Enderson avalia evolução do Bahia durante campanha na Série A

Treinador avaliou seu período de trabalho com o Bahia no Brasileirão

Victor de Freitas

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Fonte: Felipe Oliveira / EC Bahia

Está chegando ao fim a temporada de 2018. Pela penúltima rodada do Campeonato Brasileiro, o Bahia perdeu por 1 a 0 para o América Mineiro e vai encerrar sua participação na Série A diante do Cruzeiro, no próximo final de semana.

Técnico do Bahia desde o mês de junho, Enderson Moreira dirigiu o time em 25 das 37 rodadas do Brasileirão até então. Em entrevista após a partida contra o América, ele avaliou a campanha e evolução da equipe desde sua chegada.

“Da minha parte, os jogos que peguei, acho que o Bahia estava em 17º, eu acho que o que faltou, a partir desse momento, a gente teve uma evolução em termos de jogo. A gente tem uma equipe com capacidade de controle de jogo, joga fora de casa com personalidade. Faltou transformar boas atuações em pontos. Tivemos alguns jogos ruins, mas foram pouco”, falou o técnico tricolor.

Campanha de Enderson Moreira com o Bahia na Série A:

25 rodadas

35 pontos

9 triunfos

8 empates

8 derrotas

46,6% de aproveitamento

Análise sobre América 1x0 Bahia:

Sobre o desempenho tricolor diante do América, o técnico afirmou ter visto falta de criatividade no Bahia após ter sofrido gol no início do segundo tempo.

“A gente estava tendo um jogo com certo controle, podia ter saído na frente, tivemos duas chances claras. América-MG não conseguiu chegar muito. Eu até falei no intervalo que a equipe que conseguisse o gol ficaria mais próxima da vitória. A gente não teve muita criatividade para superar o sistema defensivo. A gente amarga uma derrota. A gente gostaria muito de conquistar um triunfo para oferecer a nosso torcedor, que esteve do nosso lado. A sensação é de que poderíamos estar numa posição diferente, brigando por outras coisas, mas a gente sabe também que poderia estar lá embaixo”, avaliou.

Enderson também admite que o “alívio” da equipe no campeonato foi um fator que influenciou na intensidade dos jogadores em campo.

“Claro que quem está com a corda no pescoço, a mobilização é diferente. Eles precisavam muito. A gente também, mas eles estão lutando contra o rebaixamento. Era um jogo de vida ou morte para eles. Eles precisavam do resultado. A gente passou por tanta dificuldade que chega num ponto, quando você conquistou o objetivo, você dá uma respirada, você tem um alívio. Esse alívio talvez nos tire um nível altíssimo de competitividade que a gente teve o ano todo. Passa um pouquinho por isso”, indicou.

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