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Notícia | Entrevista

Publicada em 23 de outubro de 2018 às 16h21

Enderson cita importância de obter vantagem em casa contra o CAP

Treinador quer conquistar resultado na Fonte Nova para diminuir riscos na Arena da Baixada

Victor de Freitas

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Fonte: Felipe Oliveira / EC Bahia

A partir desta quarta-feira (24), o Bahia vai iniciar uma série de jogos de ida e volta com o Atlético Paranaense valendo a inédita vaga na fase de semifinais da Copa Sul-americana, com o primeiro jogo a ser disputado na Fonte Nova.

Com a primeira partida marcada para acontecer em casa, diante da nação tricolor, o Bahia necessita do triunfo para levar a vantagem para o mando de campo do adversário – a exemplo do que aconteceu em duelos contra Cerro-URU e Botafogo.

Outro fator que aumenta ainda mais a necessidade de vencer o Atlético-PR na Fonte Nova é a grama sintética da Arena da Baixada. Para o técnico Enderson Moreira, o Esquadrão precisa levar vantagem para fora de casa por enxergar que o CAP leva vantagem em seu campo.

“A gente precisa fazer um jogo equilibrado. É um confronto de 180 minutos. Provavelmente não vai ser definido nos primeiros cinco, dez minutos. Precisamos saber jogar com inteligência, pressionando o Atlético-PR na medida que a gente puder. Precisamos da energia do nosso torcedor, estamos pegando sequência de jogos desgastante. É claro que eles querem sempre os três pontos e nós lutamos para isso sempre. Isso não tem faltado em jogo algum. Temos competido até o último minuto. Isso muito em função da energia do nosso torcedor. Tem 18 mil, mas espero que daqui a pouco saiba que tem 30, 35 mil [ingressos vendidos]. A nossa vontade é fazer história no clube, conquistar uma vaga na semifinal, que seria muito importante para nós, para o clube, que vive esse momento de retomada. As coisas ruins que acontecem com a gente têm que servir para alguma coisa. E acho que o Bahia aprendeu muito e busca um caminho que vai dar muitos frutos ainda”, falou o técnico.

“(O Atlético-PR) é uma equipe que tem essa particularidade do campo de grama sintética. É uma pequena vantagem porque ninguém tem, no Brasil, um estádio ou campo de treinamento com grande sintética. Eles têm as duas possibilidades, campo de grama natural e sintético, jogam sempre no seu estádio com esse tipo de grande. É uma pequena vantagem, mas isso, de maneira alguma, tira o mérito da equipe. Uma equipe bem montada, tem ótimos jogadores, grande treinador, que sabe muito bem o que quer da sua equipe. Fora de casa eles têm feito bons jogos, como o último contra o São Paulo, que eles tiveram muitas possibilidades de vencer. A gente precisa fazer jogo intenso, como a gente tem conseguido fazer. Uma equipe organizada, dando poucas chances para eles para tentar ter vantagem para o próximo compromisso”, acrescentou.

Expectativas para jogar com ou sem Gilberto e Élber:

“A gente ainda tem mais de 24h para o jogo. Esperamos que possamos ter alguma notícia boa. São atletas muito importantes. Mas se eles não tiverem condição, vamos buscar substitutos. Não gosto de ficar lamentando ausências, mas enaltecer quem está entrando e tirar o máximo desses atletas”.

O Bahia recebe o CAP às 21h45 desta quarta-feira (24).

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