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Notícia | Entrevista

Publicada em 31 de janeiro de 2018 às 10h34

Feliz por triunfo, Guto explica improvisação na lateral direita

Treinador celebra triunfo fora de casa e opção por não usar JP Ribeiro

Victor de Freitas

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Fonte: Felipe Oliveira/Divulgação/ECBahia

O Bahia conquistou seu primeiro triunfo fora de casa e seus primeiros pontos na Copa do Nordeste de 2018, ao bater o Altos por 2 a 0, nesta última terça-feira (30).

Depois de tropeços no começo da temporada, o time tricolor foi a campo pressionado e conseguiu obter um resultado fundamental para dar mais confiança ao time visando as próximas partidas. É o que acredita o técnico Guto Ferreira. Para o treinador, somente os triunfos vão recuperar a alegria da torcida.

"A gente está muito pressionado. Queremos fazer o melhor para o Bahia, e o Bahia é seu torcedor. Para você ver: Binha que estava aqui gritando, me enchendo de moral, elevando a autoestima. Isso é o Bahia. Muitos torcedores. Aonde quer que você vá, tem torcedor do Bahia presente. O torcedor tem direito de reclamar e a gente tem é que trabalhar. Eles têm toda a razão. Isso só nos faz mais forte", destacou.

Guto também explicou sua opção de colocar Mena na lateral-direita e não o jovem João Pedro Ribeiro.

"(O Mena) Me agradou sim. Não teve um comportamento sólido, mas os erros não foram dele, foram meus. Não foi porque ganhamos o jogo não. Se tivéssemos perdido, teria o mesmo comportamento. Acho que um cara como ele, se prontificar para trabalhar como trabalhou, merece ter um destaque. Ele mostra um acréscimo muito grande para grupo em termo de comportamento, despojamento de vaidade, enfim. O pensamento é só no coletivo", disse.

"João Pedro é um menino de 17 anos. Responsabilidade de jogo é alta. Temos que ir lapidando. É um menino que vem trabalhando no clube desde 12 anos de idade, que tem status de seleção. O momento contra o Fluminense (de Feira) foi importante, surgirão outros como aquele. A medida que ele for ganhando bagagem, ele vai ganhando posição. Se ele não corresponde, vem a cobrança. Na época, quando eu tirei Juninho no campeonato baiano, ele não questionou, ele estava ciente. Tiveram alguns jogos que ele balançou, mas não teve o mesmo comportamento na totalidade. Aí ele [João Pedro] não consegue produzir e acaba desgastando. Tudo isso são processos onde o jogador vai ganhando nível de força, de competitividade. A competitividade do juvenil, para nível de profissional é diferente", explicou.

O Esquadrão volta a campo no domingo, contra o Jacobina, pelo Baiano.

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