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Notícia | Entrevista

Publicada em 27 de janeiro de 2018 às 20h54

Guto Ferreira analisa rodízio e comenta falta de gols do Bahia

Treinador falou sobre o desempenho de sua equipe nos quatro primeiros jogos

Victor de Freitas

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Fonte: Felipe Oliveira/Divulgação/ECBahia

O Bahia passou em branco pela terceira vez em quatro jogos disputados na temporada de 2018. Com pouca criação ofensiva neste sábado, o Tricolor ficou no 0 a 0 com o Fluminense de Feira mesmo atuando com um jogador a mais nos 45 minutos finais.

Responsável pelo futebol apresentado pelo Esquadrão, o técnico Guto Ferreira concedeu a tradicional entrevista coletiva após o jogo e falou sobre o desempenho de sua equipe diante do Fluminense.

"Início de temporada, é aquilo que a gente fala. O tempo que estamos tendo é para descansar. O rodízio que estamos fazendo, estamos buscando, correndo risco de perder o entrosamento, para ganhar o maior número de jogadores com uma condição melhor. Hoje esteou Kayke, Grolli, Allione, Becão, depois o menino que entrou, com 17 anos (João Pedro Ribeiro). Pro próximo jogo a gente tem que ver o que vai fazer na lateral. Se a gente vai seguir com o menino de 17 anos ou se vai fazer um improviso porque as três opções que temos estão lesionadas", comentou.

Perguntado sobre a ausência de gols do Bahia neste início de temporada, Guto citou novamente a falta de tempo para trabalhar como principal fator.

"Pra você ter essa criatividade (ofensiva), você precisa romper linhas. A disputa de bola não está sendo incisiva. Faz uma análise de cada lance pessoal. Teve muito mais lance de conjunto do que de um contra um. Os caras estão a mais de um mês na nossa frente no aspecto físico. Na hora que nossa equipe atingir o nível físico, esse mês já não vai fazer tanta diferença porque vamos equiparar", disse.

"Falta tempo para elevar da melhor maneira possível questões físicas, técnicas, táticas Não tenho como dizer o tempo. Equipe fez um bom primeiro tempo contra o Jacuipense, deu uma queda natural no segundo. Se a gente seguir por aquele caminho, acho que a gente vai conseguir. Quando cheguei aqui em 2016, também tivemos um processo de crescimento que ficou muito por um espaço de tempo para elevar. A gente só joga e não recupera 100%. A equipe, ao invés de subir, ela desce. Mesmo com todas as trocas que estou fazendo. E as trocas indicam uma queda de conjunto. Procuro trabalhar olhando para frente buscando os resultados mesmo com desempenhos inferiores do que a gente gostaria, mas não colocando a mesma equipe correndo risco de lesões", acrescentou.

O técnico também explicou a única mudança tática que pôde fazer durante o jogo: Élber no lugar de Vinícius.

"Enquanto Vinícius, na partida passada, vinha com consistência de passe, de chegada na gente, hoje Vinícius pouco ultrapassou a última linha e, ainda assim, estava bastante errante, coisa que não é da característica dele. O que indica isso? Cansaço. A gente optou por ficar em campo com jogadores com menos tempo de jogo até ali. Era a última substituição. E se eu continuo com o Vinicius e acontece um problema? Tive que administrar até isso. Fiquei só com uma troca tática", finalizou.

O Bahia vai entrar em campo novamente na terça-feira, contra o Altos, no Piauí. A partida será válida pela segunda rodada da Copa do Nordeste.

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