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Notícia | Entrevista

Publicada em 03 de junho de 2018 às 19h14

Guto valoriza atuação apesar de derrota: 'não abrimos mão de atacar'

"Da maneira que o Bahia tem lutado me dá orgulho dirigir esse grupo", diz Guto Ferreira

Victor de Freitas

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Fonte: Felipe Oliveira / EC Bahia

Em uma das partidas da nona rodada do Campeonato Brasileiro, o Bahia perdeu por 2 a 0 para o Grêmio na tarde deste domingo (03). Após a prmieira derrota em casa na competição, o técnico Guto Ferreira falou sobre o desempenho de seus atletas.

Em sua análise sobre o duelo disputado na Fonte Nova, Guto utilizou dados estatísticos para valorizar o nível de atuação de seus atletas. Para ele, faltou "apenas" o gol ser marcado.

"Pega a estatística, 61,5% de posse de bola (para o Bahia), 12 finalizações contra 8 do Grêmio, cinco escanteios contra um, 22 cruzamentos contra 7 do Grêmio, dois cartões contra cinco deles. Isso mostra o quanto a gente foi agressivo. O árbitro não tinha dado (pênalti para o Grêmio), quem deu foi o árbitro atrás. Só o que ao nosso favor não deu (o pênalti). Poderia ser outro jogo. Tomamos gol cedo e não abrimos mão de buscar. O segundo tempo, o Grêmio jogou atrás no contra-ataque, foi conseguir o gol nos acréscimos. Acho que em uma situação dessa, contra o time campeão da América, com valor de investimento altíssimo, nossa equipe lutou muito. Os dois últimos jogos do Bahia foram contra equipes gigantes. Não venceu, mas brigou o tempo todo, lutou o tempo todo. Da maneira que o Bahia tem lutado me dá orgulho dirigir esse grupo

Guto também reclamou da arbitragem sobre um lance que supostamente teria de ser marcado penalidade para o Bahia.

“No lance deles, inclusive em que ele foi feliz, o árbitro de trás comunicou e o pênalti foi marcado. No lance que seria para nosso time, nos possibilitando empatar a partida, ele não viu”, afirmou.

Guto também explicou a opção por deixar Vinícius entre os reservas pela primeira vez na Série A.

"À medida que Vinícius, por exemplo, sai do time... A saída de Élber eu perco a velocidade. Não poderia jogar só com Zé. Entramos com Régis para dar velocidade e pusemos uma referência. Acabamos mexendo mais um pouco do que mexeríamos normalmente", justificou o técnico.

Segunda derrota em casa neste ano:

"Infelizmente, foi a segunda derrota em casa no ano. Dentro de casa tem sido a nossa força. Não perdemos para uma equipe qualquer. Perdemos para uma equipe que tem a segunda ou melhor campanha da Libertadores, com alto investimento, com jogadores que vivem momento fantástico. E perdemos lutando, com estatística bastante interessante. E faltou o gol para fechar estatística. E o gol deles foi de pênalti, que o árbitro viu a favor deles, e não viu o nosso".

Se sente pressionado após derrota e vaias?

"De maneira alguma. Vou desenvolver meu trabalho como em cada jogo aqui".

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