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Notícia | Política

Publicada em 21 de dezembro de 2016 às 12h46

Orçamento de 2017 prevê R$ 8 milhões para aquisições de jogadores

Clube iniciará ano com receita de quase R$ 100 milhões, sendo R$ 8 milhões para aquisições de direitos de jogadores

Victor de Freitas

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Fonte: Felipe Oliveira/Divulgação/ECBahia

A política de gastos para o futebol realizada pelo Bahia, em 2016, será exemplo para o o clube em 2017. Nesta semana, o Bahia apresentou seu orçamento para a próxima temporada, com valores recordes e dinheiro já destinado para comprar jogadores.

Depois de iniciar 2016 com uma receita de R$ 83 milhões, o orçamento inicial do Bahia para 2017 é de cerca de R$ 99 milhões, o maior da história do clube, valor que irá aumentar durante a próxima temporada, sendo esperado que supere a receita final de R$ 126 milhões de 2016.

"De receita bruta, a previsão é de R$ 99 milhões. Tirando impostos, ficariam cerca de R$ 89 milhões. De gastos, seriam cerca de R$ 90 milhões. Teríamos déficit operacional de R$ 1,2 milhão, mas como temos R$ 15 milhões em caixa desse ano, não vai ser problema. (...) Nossa expectativa é superar R$ 126 milhões", explica Marcelo Barros, diretor administrativo do Bahia, em entrevista ao A Tarde.

Dentro deste orçamento, R$ 62 milhões serão destinados ao futebol - R$ 4 milhões a mais do que 2016 - e com R$ 8 milhões disponíveis para compras de direitos de atletas, valor igual ao deste ano. Foi desta forma que o clube adquiriu atletas como Hernane Brocador e Jackson. Já a folha salarial deve girar em torno de R$ 3 milhões mensais na Série A.

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Fonte: Felipe Oliveira/Divulgação/ECBahia

Com relação ao futebol o orçamento é de 62 milhões. Em 2016 vamos concluir gastando R$ 58 milhões. Em ambos os anos, a verba disponível em contratações é de R$ 8 milhões para pagar direitos econômicos, e 2017 está previsto valor semelhante”, comentou Barros, ao Programa do Esquadrão.

"(A folha salarial ficará) Na faixa de R$ 3 milhões por mês com a comissão técnica. A deste ano está terminando em R$ 2,7 milhões. (...) Como teremos alguns jogadores que sairão dessa folha, será um acréscimo maior do que parece. A gente não terá que pagar mais Thiago Ribeiro, por exemplo, e vamos terminar de pagar Maxi. A diretoria de futebol terá uma margem boa para negociar. A ideia é usar parte do valor agora e, quando chegar no meio do ano, rever".

ASSOCIADOS GERAM R$ 7 MILHÕES POR ANO AO CLUBE

Marcelo Barros também afirma que uma das principais fontes anuais de renda do Bahia se dá através dos planos de sócios-torcedores.

"São mais de R$ 7 milhões (por ano). Quando chegamos aqui, no início de 2015, o Bahia recebia R$ 200 mil do plano de sócios por mês. Hoje, recebemos mais de R$ 600 mil. Ou seja, o patrocinador máster do Bahia na verdade é o sócio. Esse valor mensal é maior do que o que recebemos da Caixa (R$ 500 mil/mês). Por isso é tão importante se associar".

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