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Ávine: “Farei de tudo e mais um pouco para jogar”

Notícia
Historico
Publicada em 22 de novembro de 2011 às 22:35 por Da Redação





Após o segundo treino do dia, uma atividade física apenas na piscina (enquanto o técnico Joel Santana se reunia com o gestor de futebol Paulo Angioni), a sala de imprensa tricolor recebeu o xodó da torcida, o lateral esquerdo Ávine, grande esperança para o setor não precisar ser novamente improvisado na batalha contra o rebaixamento ante o Santos, domingo, na Vila.

Ele foi um dos três jogadores que não participaram do treino, que contou com o lateral direito Marcos, poupado na parte da manhã desta terça-feira. O meia Carlos Alberto voltou a só fazer um trabalho na fisioterapia, culpa do púbis. Já o volante Fabinho foi realizar um exame de imagem na coxa, em virtude de um incômodo muscular. Eis então que Ávine falou.

“É bom deixar claro que não estou 100% fisicamente. Temos que ser claros com todo mundo para que o torcedor entenda. Estou fazendo todo o tratamento para me recuperar mais rápido, porque quero terminar o ano jogando e ajudando a equipe. Mas, depois do último treinamento que fiz, meu joelho voltou a inchar. Já fiz a pulsão, tirei um líquido que tinha no joelho. Agora estou de repouso para tentar voltar antes do fim do Campeonato Brasileiro. Acho que tenho condições de entrar em campo no domingo. O médico me deu dois dias de repouso. Acho que devo voltar às atividades nesta quarta, devagar para o joelho não inchar de novo”, explicou.

Longe dos gramados há praticamente dois meses, já que, quando retornou da cirurgia no joelho, machucou-se logo na sequência no ombro, durante partida frente ao Vasco (no dia 23 de outubro, em Pituaçu), Ávine não esconde a insatisfação pelas seguidas lesões.

“No começo, o ano foi bom. Mas as contusões atrapalharam um pouco. Então, o ano não foi muito bom. Mas venho fazendo o impossível para voltar rápido a jogar com o grupo. Tenho conversado bastante com os médicos e fisioterapeutas e tenho feito trabalho na academia para fortalecer a musculatura. Agora é esperar. Eu fico chateado por não poder ajudar, até porque gosto de jogar, ajudar a equipe. Está sendo um momento difícil para mim, por ver a equipe jogar e ter dificuldades. Mas vou fazer de tudo e mais um pouco para jogar”, disse.

E completou: “O Bahia é time grande e não vai cair, pois tem jogadores com responsabilidade para deixá-lo onde o encontraram. Vamos jogar para vencer o Santos, respeitando a qualidade deles, que todos sabem que tem, mas nós precisamos mais do triunfo do que eles”.

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