Surpreendendo a todos por conta de seu passado falastrão, Viola mostrou humildade ao comentar a situação de encarar a reserva pela primeira vez desde que chegou ao Fazendão, sábado, contra o Criciúma: “O time tem um ataque de respeito, formado por jogadores que atravessam uma excelente fase, Dill, Guaru e Uéslei. Não tenho porque reclamar, apesar de estar morrendo de vontade de voltar a jogar de novo”, disse o experiente atleta.
O centroavante, trazido sob o status de ídolo, acrescentou: “No meu contrato não está estabelecido que tenho que ser titular, tampouco que tenho que fazer 500 gols. Não tenho o direito de questionar as decisões da comissão técnica. Essa é uma coisa natural no futebol, que vou encarar com profissionalismo”.
Ele ainda relembrou que isso não é inédito em 17 anos de carreira e que sabe como lidar com o fato. “Já fiquei no banco do Corinthians, da Seleção, do Vasco. Não é o fim do mundo. Já disputei posição com Cláudio Adão, Romário, e sempre obtive destaque. O que tenho que fazer é trabalhar para reconquistar o meu espaço aqui também, respeitando a todos, é claro. É isso que já estou fazendo”, afirmou. Viola comemorou bastante o tento no coletivo desta terça.
Cheegou até a fazer a famosa coreografia do arqueiro: “Foi o gol de uma vitória pessoal, porque só o jogador de futebol sabe o que é ficar afastado por semanas por problema de contusão. Eu também não gosto de perder nem em pelada, e para um atacante, sempre que ele faz gol, a felicidade é grande”.
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