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Notícia | Baiano

Publicada em 23 de dezembro de 2021 às 17h08

Time de transição passará por readequações em 2022

Projeto da equipe de transição está sendo reavaliado devido a redução no calendário e, principalmente nas receitas do próximo ano

Da Redação

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Fonte: Maurícia da Mata

Todos os setores do Bahia sofreram com o impacto do rebaixamento para a segunda divisão nacional. Não foi diferente na equipe de transição, que precisará passar por readequações em razão da drástica redução nas receitas de 2022.

A principal razão é pelo fato de o Bahia ter menos competições para disputar no ano de 2022, ficando com um calendário enxuto no primeiro semestre.

Com a queda de divisão, o Esquadrão ficará fora da Sul-americana depois de ter participado do torneio por quatro anos seguidos. Além disso, só entrará na Copa do Brasil a partir da terceira fase, por ter sido campeão do Nordestão em 2021.

Dessa forma, a diretoria vê como necessidade readequar o planejamento do time sub-23 para a nova realidade.

"Tínhamos cinco competições, agora apenas três. A gente ainda está fazendo uma análise para projetar o papel do sub-23 para 2022. Em breve estaremos concluindo esse estudo. Orçamento e uso no calendário. O que aconteceu no sub-23 nos outros anos vai sofrer adequações para termos um impacto melhor", diz o presidente Guilherme Bellintani.

Assim como o sub-23 sofrerá redução, as demais categorias de base também sofrerão com corte de gastos.

"Em relação à base, vai seguir a mesma lógica de todas as áreas - redução 80% ou 90% de pagamento de pessoal e alimentação, tributos. Vai haver uma readequação de contratos, encerrando algumas atividades que são desenvolvidas em locais paralelos e transferindo para outros locais, com menor custo. Readequação global que passa pela diminuição do quantitativo de pessoal".

No início desta semana, a Diretoria Executiva anunciou um orçamento de R$ 95 milhões em receitas para 2022, com previsão de despesas na casa dos R$ 81 milhões.

As primeiras mudanças drásticas no time de transição foram os remanejamentos do técnico Bruno Lopes e do preparador Vitor Gonçalves para a comissão técnica do elenco profissional, desfigurando a comissão do sub-23.

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