O confronto entre Bahia e Palmeiras, marcado para este domingo (5), às 19h30, coloca frente a frente as duas equipes mais estáveis do Brasileirão 2026 até o momento. Após nove rodadas disputadas, tricolores e alviverdes compartilham uma marca de respeito: são os únicos clubes que sofreram apenas uma derrota em toda a competição, evidenciando a dificuldade que os adversários encontram para bater esses dois elencos.
O Palmeiras lidera o campeonato com 22 pontos, enquanto o Tricolor ocupa a terceira posição com 17 pontos (tendo um jogo a menos que o rival).
Para o Esquadrão, o duelo na Arena Fonte Nova é a oportunidade de tirar a invencibilidade recente do líder, que vem de quatro triunfos consecutivos na competição; de quebra, reduzir a distância para o topo da tabela, aproveitando o fator casa onde o time de Rogério Ceni costuma realizar atuações consistentes.
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Bahia e Palmeiras só perderam uma vez no Brasileirão
A baixa taxa de derrotas das duas equipes reflete o equilíbrio entre defesa e ataque.
O Bahia sofreu apenas sete gols em oito partidas (quatro deles em um só jogo), enquanto o Palmeiras viu sua rede balançar nove vezes em nove jogos.
Ofensivamente falando, o Palmeiras tem o melhor ataque de forma isolada, com 19 gols marcados em nove jogos – cinco deles anotados sobre o Vitória, ainda na segunda rodada. Já o Bahia tem uma média de gols inferior, mas ainda assim consistente, com 12 anotados em oito jogos.
O técnico Rogério Ceni tem batido na tecla da regularidade para manter o Bahia entre os quatro primeiros.
Os times com menos derrotas:
- Palmeiras e Bahia – 1 derrota
- Fluminense, São Paulo e Flamengo – 2 derrotas
Confronto pode valer a vice-liderança para o Bahia
Além do prestígio de ser o time “mais difícil de bater”, o Bahia entra em campo com um objetivo matemático claro. Caso vença o Palmeiras e o Fluminense (atual vice-líder) tropece na rodada, o Esquadrão assume a segunda colocação geral, mantendo-se na cola do líder com um jogo a cumprir.
Com a Arena Fonte Nova lotada, a expectativa é de um “jogo de xadrez” entre os técnicos Rogério Ceni e Abel Ferreira.








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