A situação de Cauly segue como um dos temas centrais nos bastidores do Bahia. Após o triunfo sobre o Porto no último domingo, o técnico Rogério Ceni falou abertamente sobre o camisa 8, que ficou fora da estreia na Série A e até da partida do Baianão com time reserva.
Ceni destaca que o clube tem buscado auxiliar Cauly sob o ponta de vista físico, e tentando também aumentar sua motivação. Mas, embora tenha reforçado seu carinho e a vontade de contar com o atleta, o treinador mandou um recado claro sobre o nível de entrega esperado para a sequência de 2026.
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Desejo de permanência e investimento pessoal em Cauly
Rogério Ceni não esconde ao longo de sua trajetória no Bahia que é um dos grandes entusiastas do futebol de Cauly, tendo, inclusive, montado um esquema tático focado no camisa 8 em 2024.
O comandante lembrou o tempo dedicado à evolução do meia e ressaltou que, apesar de reconhecer interesse do mercado, sua torcida é para que o jogador permaneça no Esquadrão.
“Cauly acredito mesmo que tenha muita gente interessada, altíssima qualidade. Treinou mais essa semana, a gente espera um Cauly mais competitivo, que esteja feliz e alegre para jogar. Gosto muito do Cauly, vocês sabem o quanto investi de tempo nele, sempre tentando ajudá-lo. A minha torcida é para que ele fique, jogador importante para a gente”, revelou o treinador.
Foco na parte física e cobrança por competitividade
Enquanto as conversas sobre seu futuro não se encerram, o meia vem realizando um cronograma específico de treinamentos. Ceni detalhou que o clube está oferecendo todo o suporte necessário, mas enfatizou que o talento técnico de Cauly precisa vir acompanhado de uma postura mais combativa em campo.
“Mas o que eu gostaria é que o Cauly ficasse, evoluísse mais, competisse mais e pudesse estar nos jogos. Essa semana ele fez um treinamento mais parte física e estamos tentando ajudá-lo de todas maneiras. O desejo é que ele fique e ajude o Bahia”, completou Ceni.
A fala de Rogério Ceni sobre a necessidade de Cauly “competir mais” acontece justamente dias após o próprio treinador ter falado sobre atletas que não pode pôr em campo justamente pela falta de combatividade.








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