é goleada tricolor na internet
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Publicada em 10 de outubro de 2010 às 00:00 por Autor Genérico

Autor Genérico

De olho nos árbitros, Bahia!






Será que o Bahia exorcizou o “Gasparzinho”? Agora são cinco pontos que separam o Bahia do Sport. Na rodada passada só o Ipatinga conspirou a favor do Tricolor. Não dava para imaginá-lo vencendo o Sport, em Recife. Mas aconteceu. Mas o popular “espírito de porco” está sempre no cenário, atrapalhando só pra variar, travestidos de juízes. O que eles “erram” contra o Bahia é uma grandeza!

A direção do Bahia tem que tomar providências junto a Confederação Brasileira de Futebol para que a partir de então árbitros FIFA sejam designados para marcar jogos do Tricolor. A fase é decisiva e o que está em jogo é algo muito sério. O Bahia não pode perder no juiz. O mais importante jogador do Tricolor não vai pro jogo contra o São Caetano…

Um cearense desconhecido, árbitro do jogo Bahia x Guaratinguetá, de nome complicado tanto quanto sua arbitragem, inventou a expulsão de Morais num ato claro de incompetência, para se dizer o mínimo. O máximo que ele poderia fazer seria marcar falta técnica, se é que existiu, cartão não precisava… Segunda Divisão é laboratório de árbitros que se deixam influenciar pela pressa de alcançar seus objetivos nesse cenário duvidoso que é a arbitragem no Brasil.

Estádio Arena do Jacaré, América de Minas x Brasiliense, o jogo seguia empatado e a pressão dos mineiros para alcançar a vice-liderança no G4 saltava aos olhos. Jogo corrido sem muitas paralisações, apenas com faltas normais que eram cobradas rapidamente. O juiz deixou para anunciar o acréscimo exatamente aos 44 minutos e 30 segundos no tempo regulamentar. E quanto ele acresceu? Injustos 4 minutos… Os mineiros viraram o jogo aos 49 minutos e fração, e a bola não rolou mais.

Pode ser coincidência, mas vamos combinar: é coincidência demais! O Bahia que não se mexa nos bastidores e a vaca vai pro brejo! Tem que representar contra árbitros e tem que botar a “boca no trombone” através da imprensa. O futebol é uma “caixinha de surpresa”, mas até essa “caixinha de surpresa” já não contém mais nada do lúdico como conotava no passado distante. Transformaram-na num caixão de surpresas.

Não deve haver para o jogador de futebol momento mais humilhante que a expulsão injusta. Não pelo fato em si, às vezes merecido, mas devido à impotência que se apodera do jogador guerreiro e técnico em simplesmente baixar a cabeça sabendo que é alvo de punição indevida e ter que respeitar um assoprador de apito que sequer respeita o público presente, quanto mais o espetáculo do qual participa. O árbitro está ali apenas como mediador, e não como comandante de todos aqueles senhores à sua volta. Esse excesso de autoridade precisa ser revisto.

Enquanto os campeonatos profissionais, a nível nacional, forem disputados servindo como escolas para árbitros iniciantes, os clubes e suas torcidas terão o direito líquido e certo à dúvida sobre a honestidade do departamento de árbitros da CBF, ou, desses homens paradoxalmente denominados “juiz de futebol”. A equação do problema é simples: profissionalizem a arbitragem no Brasil e paguem salários capazes de dignificar o espetáculo para que haja o respeito das torcidas e dos clubes para com esses mediadores. Mas, principalmente, para que eles respeitem o espetáculo. De olho nos árbitros, Bahia!

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O que Morais jogou contra o Guaratinguetá foi realmente digno do que se espera dele. Este é um jogador que realmente vale quanto custa. Não se esconde no jogo, não ostenta estrelismo, não “pipoca”, e nem fala besteiras. Simplesmente faz o futebol parecer simples. Acho que a bola se transforma em alegria quando chega aos seus pés.

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Não posso deixar de parabenizar o presidente do Bahia, Marcelo Filho, pelo fato histórico dentro clube de jamais ter usado o nome do Bahia na sua campanha política/partidária. Fez o certo, fez o que realmente eu esperava dele. Saber separar as coisas, fatos e pessoas, o dignifica e comprova a sua ética. O Bahia é uma instituição que pertence ao amor da sua torcida, não ao oportunismo.

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