é goleada tricolor na internet
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Publicada em 26 de janeiro de 2026 às 08:54 por Dimitri Tavares

Dimitri Tavares

Diego Pombo e a arbitragem da FBF são uma vergonha






A vitória do mistão do Bahia no Barradão não pode ofuscar mais uma atuação vergonhosa da arbitragem baiana em Bavis, para variar, em prejuízo do Esquadrão. 

A FBF escalou para o Bavi de hoje um árbitro que apitou apenas cinco jogos profissionais em 2025, em mais uma atitude de desrespeito ao maior clássico do Nordeste e ao próprio campeonato que organiza. Wagner Francisco Souza Silva, o inexperiente árbitro da partida, deixou de marcar um pênalti acintoso de Ramon em Erick Pulga. A assistente Daniela Coutinho Pinto, em cima do lance, tampouco sinalizou nada. Mas o mais inaceitável e escandaloso foi o VAR, comandado por Diego Pombo Lopez, não ter chamado o árbitro para revisar o lance.

Diego Pombo Lopez, diga-se, vai construindo sua própria história de atuações vergonhosas em Bavis, sempre em detrimento do Bahia, como sói acontecer com a arbitragem da FBF. Também era ele quem comandava o VAR no primeiro Bavi da final do Campeonato Baiano de 2024 e deixou de chamar o árbitro de campo para revisar um lance de cotovelada do rubro-negro Rodrigo Andrade no rosto do tricolor Jean Lucas, que era obviamente para cartão vermelho.

Desde o ano passado, venho escrevendo diversas colunas sobre o descalabro que é a arbitragem baiana em Bavis. Não há implicância de minha parte contra os árbitros baianos e eu confesso que adoraria não ter de perder meu precioso tempo escrevendo sobre esse assunto, mas, lamentavelmente, a arbitragem da FBF não se cansa de me dar razão e de ratificar que não tem condições mínimas de apitar o maior clássico nordestino. Tampouco há choro de perdedor aqui, pois o Bahia venceu. 

Se a arbitragem da Bahia quer deixar de ser alvo de recorrentes críticas e questionamentos, que se qualifique e deixe de cometer tantos erros, sempre contra o mesmo lado, por uma espantosa coincidência. Enquanto isso não acontece, o bom senso deve prevalecer e os Bavis devem ter arbitragem de fora, notadamente nos clássicos decisivos, tal como ocorreu em 2025. Cabe ao Bahia pressionar por isso.

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