é goleada tricolor na internet
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Publicada em 13 de fevereiro de 2026 às 12:27 por José Renato de Carvalho Gomes

José Renato de Carvalho Gomes

Estrutura, Sustentabilidade e Criatividade: Do Milhão ao Bilhão, Qual o Caminho?






Observando a trajetória do Bahia enquanto SAF, é possível inferir que o torcedor pode e deve estar orgulhoso. O caminho não é perfeito – e não seria em nenhum outro cenário, mas a estabilidade, consistência, profissionalismo e o foco no crescimento sustentável, é para ser elogiado.

Um questionamento interessante para o torcedor: se fosse possível, trocariam o Grupo City pela gestão de John Textor que resultou no título brasileiro e também da libertadores? Se eu fosse opinar como torcedor, jamais faria essa troca. Apesar dos dois títulos de altíssima expressão, hoje o Botafogo está mergulhado em disputas judiciais, dívidas, falta de estabilidade e com um futuro de curto, médio e longo prazo, sob dúvida.

Com o Grupo City, o Esporte Clube Bahia está entrando em uma nova etapa existencial, com investimentos amplos em estrutura e tecnologia: algo que, atualmente, é o alicerce fundamental de qualquer grande instituição esportiva, apesar de ser raríssimo no Brasil. O novo CT está prestes a ter a sua construção iniciada, marcando os passos para o auge estrutural do Tricolor de Aço, dominando esse aspecto dentro da América Latina e se juntando, tecnologicamente, aos melhores clubes de futebol do mundo.

Além disso, há uma valorização consciente e indispensável sobre a sustentabilidade do projeto. Existe um desenho claro sobre a necessidade da autossustentabilidade, com a instituição tendo completa autonomia para desenvolver o seu próprio crescimento. Evidentemente, inicialmente, essa construção se dá através dos aportes do Grupo City… E isso já está dando resultado. A cada ano, o orçamento do Bahia cresce de maneira acelerada.

Dentro desse contexto, é preciso entender que o futebol está caríssimo – como tudo no Brasil, infelizmente. A gestão do clube entende que o Estado da Bahia não é uma potência econômica e, até por isso, o Tricolor de Aço conta com um dos planos de sócios mais baratos do país, dentro da primeira divisão.

Dessa forma, os torcedores precisam entender a necessidade dos investimentos em jovens atletas para que eles exerçam desempenho e contribuição ativa, obtendo uma valorização para posterior venda. Esse é o caminho para o Bahia alavancar o seu orçamento, escalonando receitas, obtendo condições para realizar aportes ainda maiores no seu time principal. É necessário ser realista: não temos um número de torcedores estratosférico como o Flamengo, para buscar 2 bilhões em receitas. Não nos situamos em um Estado economicamente forte, como o Palmeiras, em São Paulo, para cobrar alto nos planos de sócio torcedor. Então, para atingir a “casa do bilhão”, o Bahia precisa ser criativo… E está sendo, investindo em sua divisão de base.

Ryan Nascimento (17) – Primeiro Contrato Profissional

Chama a atenção: formalização do primeiro contrato profissional do atleta Ryan Nascimento (17 anos), oriundo da base. O jovem atleta participou do confronto Juazeirense x Bahia, o que marcou o início de sua integração ao elenco principal do Tricolor de Aço. Ryan foi campeão baiano sub-11, sub-15 e bicampeão baiano sub-17, reforçando o fato de que há uma cultura vencedora nas categorias de base do Esporte Clube Bahia. O futuro do Esquadão está vindo forte.

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