é goleada tricolor na internet
veículo informativo independente sobre o esporte clube bahia
Publicada em 21 de julho de 2017 às 17:07 por Autor Genérico

Autor Genérico

Jorginho, começou a dar certo?






Ora, ora! Mas que Bahêa surpreendente! Não quero mais discutir competência de técnico de futebol. Eu, e acho que mais alguns milhões de tricolores, havíamos escalado Régis e Allione, aí vai o “burro” do treinador e contraria a sua patroa, a torcida. E ganha do Atlético Mineiro com todos os méritos em pleno Horto, deixando o Galo mineiro morto…
 
Ganhar da Ponte Preta no Lucarelli já foi ótimo… Ah, mas foi a Ponte, que nem é tão forte assim, diria os incautos perfeccionistas do futebol. Tá bom, diria Jorginho: depenar o Galo de Minas dando aula tática até nas substituições, derrubando literalmente sistema e treinador adversários, tá de bom tamanho? Tá né… falar o quê?

Pra mim chega! Não discuto mais a capacidade de Jorginho. Começou a dar certo. Olha… quer saber mesmo? Pacaembu é campo neutro à essa altura do meu entusiasmo, e não ficarei surpreso de ver o tradicional estádio Paulo Machado de Carvalho cheio de bandeiras tricolores comemorando mais um Baêea! mais um Baêea! Porque em São Paulo o que não falta é baiano tricolor.

— Só uma palhinha, viu Jorginho?! O segundo gol contra o Galo mineiro foi obra prima de três renegados: Mendoza, pela torcida, Juninho e Régis por você. Pronto, falei. Não falo mais.

Dá pra ganhar do Santos… Dá pra empatar… Temeria um pouco se o jogo fosse na “Vila famosa”, mas lá em cima após a Serra do Mar a pegada é diferente, porque o Pacaembu neste domingo será a casa de todos os baianos que moram em São Paulo. 

Mais uma palhinha, Jorginho:  deixar Régis no banco pra ver Vinícius jogar é complicado demais para eu entender. Vinícius é bom jogador, mas Régis é cerebral. É a bola mais expressiva do Bahia do meio de campo em diante. Arranja um lugar também para Allione nesse time porque cabe, viu!

— João Paulo é ótimo, mas é aquele jogador que entra melhor da metade do segundo tempo em diante.

Meu recado agora é para parte da imprensa e da torcida, respectivamente: O Bahia não necessita de mais reforço numérico. Só se for um craque, mas o orçamento não dá para trazê-lo, e jogador para compor elenco não vejo necessidade. Imagine que Jorginho se dá ao luxo de deixar Régis e Allione no banco e ainda assim o time esteve soberbo!

No momento em que o pessoal que está no DM sair de lá definitivamente para integrar o elenco, o Bahia fecha um grupo de qualidade indiscutível para o tamanho do seu orçamento e fará, sem dúvidas, uma excelente segunda fase na competição. Eventuais necessidades, pega da Base — aliás, Jorginho tem esse lado que me agrada muito, observar e aproveitar a prata da casa. 

Pode não ser agradável aturar certos conceitos de Jorginho, que a princípio podem parecer equivocados, mas se deixá-lo trabalhar, certamente ele montará um Bahia muito  competitivo, inclusive para o ano que vem. Ainda bem que o presidente do Bahia sabe o que quer e o que faz, e vai deixá-lo trabalhar porque não se deixa levar por pressão externa.

E não deixaram o Galo trabalhar… Partiu! 

comentários

Aviso: Os comentários são de responsabilidade de seus autores e não representam a opinião do ecbahia.com.
É vetada a inserção de comentários que violem a lei, a moral, os bons costumes ou direitos de terceiros.
O ecbahia.com poderá retirar, sem prévia notificação, comentários postados que não respeitem os critérios
impostos neste aviso ou que estejam fora do tema proposto.

enquete

Você gostou da camisa branca 2026 do Bahia?
todas as enquetes