é goleada tricolor na internet
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Publicada em 21 de abril de 2012 às 00:00 por Autor Genérico

Autor Genérico

Paulo Angioni






Desta vez vou fazer referências a um profissional íntegro e merecedor da admiração de toda a família tricolor, especialmente. Em 2010, deixava o Bahia o gestor de futebol Paulo Carneiro, que mudou a estrutura física do Fazendão, onde implantou diversas melhorias que atualmente faz do CT tricolor um cartão de visitas para jogadores e outros profissionais.

Mas o ciclo de Paulo Carneiro, curto, porém eficiente na estrutura física, havia chegado ao fim no Bahia e o Presidente Marcelo Filho precisava contratar alguém que o substituísse. Então começava, à época, a busca por esse profissional. Dois dias após a saída do PC, fui ao Fazendão e encontrei-me com o Presidente, que gentilmente mostrou-me todas as instalações do Fazendão absolutamente renovadas. Em seguida, sentamos um pouco para trocar idéias…

Foi então que fiquei sabendo que um contato com Paulo Angioni e Bebeto Freitas, respectivamente, já houvera sido feito – achei duvidosa a vinda de um deles, mas uma ousadia necessária. Dois meses depois, Angioni desembarcava no Fazendão para dar início a uma nova e revolucionária fase no Bahia… Fácil trazê-lo? Não. Mas Angioni resolveu, depois de muito pensar, encarar a missão de organizar e profissionalizar um clube que fez história na época em que o amadorismo imperava no futebol.

Amadorismo sem demérito aos dirigentes do passado do clube – passado esse representado pela sapiência de Osório Villas Boas e a competência do inteligente Paulo Maracajá, respectivamente.

Porém, a dinâmica que a modernidade impõe muda tudo a todo instante e é preciso renovar para acompanhar o mundo em tempo real. Assim foi que surgiu do seio da própria necessidade tricolor o presidente atual e não menos inteligente que os monstros sagrados do passado, bem preparado, e com a capacidade do olhar futurista e de acordo com os anseios de um clube com a grandeza do Bahia.

Paulo Angioni é a própria ratificação, em pessoa, desse olhar futurista no Bahia e a peça mais importante juntamente com Mota, em minha opinião, de toda estrutura do futebol no tricolor. Se o Bahia ascendeu ao seu lugar de origem – Primeira Divisão –, foi graças ao prestígio de Angioni junto a dirigentes de clubes, técnicos e jogadores de outros centros.

Diferentemente de Renato Gaúcho e Joel Santana – que atraídos por outros valores deixaram o Bahia a ver navios –, Angioni fincou pé no Fazendão de forma convicta. Ele sempre soube o que quis – desafios – e do que o Bahia padecia – incertezas. Essas ambigüidades são valores que Angioni entende e gosta de transformá-las, principalmente quando ele sente que há liberdade para agir.

O Bahia está feliz, Angioni está feliz, e a torcida também está feliz. Por estas razões é que parabenizo Paulo Angioni pelos seus dois anos de E.C.Bahia e, principalmente, pela sua fidelidade, humildade e dignidade para com o torcedor da maior paixão do Estado da Bahia e do Nordeste, que é o clube ao qual ele mesmo deu uma nova dimensão no futebol.

REFLEXÃO

Imagine o torcedor se Souza e Ávine não merecessem do Bahia a paciência necessária… Ávine estouraria em outro clube e Souza não reencontraria seu real futebol. Qual torcedor quer hoje abrir mão deles? Ciro, Morais, William Matheus e outros, precisam de tempo e compreensão, são ótimos jogadores. Apontem-me atualmente, exceto os que já estão firmados, um jogador com o potencial de zagueiro que tem Donato. É só esperar pra ver.

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