é goleada tricolor na internet
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Publicada em 26 de maio de 2017 às 10:58 por Autor Genérico

Autor Genérico

Por que o Futebol Nordestino precisa se fortalecer?






Com um futebol mais convincente e organizado, o Bahia venceu a Copa do Nordeste, com todos os rivais presentes, e matando dois leões nas finais em triunfos maiúsculos. 

Belíssima festa na Nova Fonte, sem falhas bizarras de goleiros neófitos e sem muitos sustos. Um pouco dos anos 80 foram revividos na novíssima Arena, com muita alegria.

Destaque para os gols perdidos em escala industrial, e a necessidade de reforços para um campeonato muito, mas muito mais difiícil que é o Brasileiro Série A.

O Sport, tão invejado por alguns torcedores tricolores (por conta de possuir jogadores potencialmente contratáveis pelo G12), se afunda em crise institucional, mostrando que o futebol nordestino ainda precisa melhorar mais e mais.

O Vice de Tudo, antigo pseudo Real Madrid do Nordeste de Canabrava, venceu, sem nenhum brilho, um campeonato falido e anacrônico, e se arrasta na mesmice de sempre. 

Ao Bahia, que contabilize em seu cartel esse importante conquista, a qual, não obstante o coloca de volta ao posto de maior clube do Nordeste, como também enaltece o futebol regional com bons jogos e excelente organização.

No Nacional, os três maiores nordestinos, como sempre, fadados à luta contra a não-queda. O Bahia, uma vez confirmada a hegemonia regional, agora precisa partir rumo à nacionalização, parte crucial da sua reconstrução pós-democrática.

Nacionalização esta que se torna improvável diante da manutenção do elenco vigente. É necessário contratar.

E, no que tange às contratações, precisamos de atletas para vestir a camisa de titular no meio e no ataque, e não apenas de apostas. Um clube de série A precisa de dois bons jogadores para cada posição entre os onze, e, até o momento, temos visto incógnitas.

Um clube nordestino de série A não pode ser pródigo, com ex-atletas milionários em atividade. Mas eu creio que já está na hora de colher os dividendos dessa recente conquista e tentar se posicionar melhor no mercado da bola.

Não é possível aceitar mais as desculpas de “mercado aquecido”, como antigamente se dizia. Tampouco, o estágio “pré-falimentar” do Bahia pode justificar a inércia a esta altura.

Em se investindo bem, com um pouco mais de ousadia e organização, acredito que outras conquistas poderão advir. A meta, depois do não-rebaixamento, deverá ser a Copa Sul-Americana.

Em ano eleitoral no clube, tudo pode acontecer. A depender da colocação do Bahia neste nacional, a filosofia do “contrata que a torcida paga” poderá, muito provavelmente, retornar com força total. Implora-se, aos dirigentes atuais e/ou futuros, apenas responsabilidade e respeito com a imensa Nação Tricolor!

Saudações Tricolores!

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