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Coluna

Djalma Gomes
Publicada em 23/01/2024 às 11h37

Um Salto Importante

É importante lembrar que aquilo que consome a sua mente controla também a sua vida, portanto, jogue fora as atitudes e crenças calcadas na inveja que atuam como obstáculos para o crescimento pessoal e para a realização dos seus objetivos como gestor. Abandone os velhos costumes de quem chega sempre atrasado e deixe quem chegou mais à frente no tempo seguir construindo o futuro – exemplar, inclusive.  

Tome esse exemplo como caminho para fazer a coisa certa e obter o sucesso desejado, se tiver competência – Usar o modelo antigo e superado das provocações para tentar obter uma réplica que jamais terá, com certeza não é a saída porque a solução está no trabalho com inteligência e não nos discursos alhures dos provocadores. 

 –  Esses dois parágrafos acima são mensagens especificas para os críticos da Sociedade Anônima do Futebol-SAF, especialmente dirigida aos que não passam dos projetos limitados às maquetes.       

Dito isso, ressalto que no Bahia a competência foi essencial para a sua transformação. Retrocedamos um pouco no tempo para falar como as coisas começaram a acontecer, sem alarde e sem precipitações. Guilherme Bellintani, que se não fez do Esquadrão um time de futebol vencedor de acordo com o desejado, soube, entretanto, marcar o gol mais importante da vida do clube elevando-o a um patamar jamais imaginado pelo mais otimista torcedor.  

– A bem verdade, nada disso teria acontecido se o Bahia não tivesse dado um salto importante quando abriu as portas para o novo tempo da democracia que outorgou à torcida do Tricolor o direito de decidir o futuro do clube.  

Aliado a isso, um projeto de modernidade administrativo começou a ganhar corpo na Era Marcelo Sant’Ana e tornou-se adulto na Era Bellintani, um midas, quando se trata de gestão empresarial/econômico-financeiro. A história do Bahia certamente fará justiça a esse baluarte de capacidade cognitiva acima da média e muito responsável na confecção de um contrato que modificou completamente o curso da história Tricolor – já fiz muitas críticas ao Presidente Guilherme Bellintani quando as achei oportunas, mas elas jamais foram de cunho pessoal e muito menos provida por ofensas 

–  Este colunista só não achava coerente o viés claramente político progressista implantado no Bahia, que em algumas oportunidades passara ao largo das ações sociais, e o futebol que era o objetivo chegou a ser declarado em segundo plano.  

Infelizmente, isso também elevou o patamar de intolerância a níveis que extrapolam a razão e o feitiço se voltou contra o feiticeiro. Hoje há uma parte da torcida que não consegue enxergar o quão útil foi Bellintani para o Bahia e destila contra ele um sentimento de repulsa injusto tanto quanto incompreensível. Então é necessário a cada torcedor fazer uma reflexão razoável para que entenda a passagem de Guilherme Bellintani no Bahia como um autêntico e benéfico divisor de águas. 

O combustível que alimenta o torcedor é a paixão. Não há limites para esse sentimento e isso acaba causando consequências nem sempre agradáveis. Não obstante, é imperativo que o próprio Bahia inicie uma campanha através do seu ótimo e criativo marketing contra essa efusividade irracional, odiosa e egocêntrica, capaz de vaiar um time sub-20, perseguir através das redes sociais profissionais de comando, diretores, bem como jogadores, de forma ameaçadora, cruel e desrespeitosa. 

Torcer sim, protestar de acordo com o direito que o limite permite sim, mas praticar atos extremos é desvio de caráter com o viés perigoso da má influência. Esse comportamento precisa ser combatido através de campanhas educativas voltadas para dentro e para fora dos estádios. Apelo também às demais instituições pertinentes ao futebol para entrarem firmes nessas campanhas educativas, que acredito, bem proeminentes.  

Essas ações de combate à intolerância também através dos demais clubes e federações servem para que isso alcance todas as camadas sociais, porque uma grande parte dos torcedores não têm a percepção do mal que as atitudes impensadas causam aos clubes, jogadores e familiares, consequentemente. Oculto dentro do nosso sistema mental há uma bifurcação imaginária com um potencial avanço de ondas para o comportamento social que pode ser espantoso, caso não saibamos escolher o lado certo, e nos deixarmos levar por essas ondas produzidas pela inversão dos valores.

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