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Notícia | Entrevista

Publicada em 08 de dezembro de 2022 às 11h15

Bellintani vê decisões na realidade City Group e não opina no futebol

Enquanto trabalha para a conclusão do negócio, presidente afirma que as decisões do futebol já são tomadas com base na realidade City Group

Da Redação

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Fonte: Felipe Oliveira / EC Bahia

Após a aprovação da proposta de venda de 90% da SAF para o Grupo City, torcedores tricolores estão ansiosos e aguardam com expectativa os primeiros anúncios para o elenco que será formado em 2023, que iniciará uma nova era no clube.

O primeiro passo dado com opinião do CFG na decisão se deu pela escolha do técnico português Renato Paiva, que assinou contrato com o Bahia até o fim de 2024.

Ainda nos primeiros dias de trabalho de transição para SAF, o presidente Guilherme Bellintani ressalta que as decisões continuam levando sua assinatura de maneira formal, com base em escolhas que passam fortemente pelo crivo do Grupo.

O dirigente tricolor garante também que qualquer escolha daqui em diante já será tomada com base na realidade do Grupo City, inclusive sob o ponto de vista financeiro.

“A gente está na véspera de início da temporada, a gente sabe que todas as assinaturas e a responsabilidade durante todo esse período de closing ainda é do Bahia, ainda leva minha assinatura como presidente, mas a gente já tem no City uma assessoria muito forte. Eu diria que as decisões do futebol já são tomadas com base nessa realidade City Group”.

De volta à primeira divisão após um ano na Série B, o presidente da associação civil Esporte Clube Bahia afirma que espera por um ano ‘seguro’ em 2023 para o Esquadrão de Aço, futebolisticamente falando.

“A gente acha que a temporada 2023 vai ser muito mais segura para nós”.

Esclarecendo de uma vez por todas as dúvidas deixadas pela própria nota emitida pelo Esporte Clube Bahia, no anúncio do técnico Renato Paiva, o presidente Guilherme Bellintani ressaltou que não participa de decisões. Apenas acompanha para assinar.

“Eu queria dizer que tenho propositalmente, e de certa forma é meu objetivo, participado pouco ou quase nada de processos decisórios desse aspecto. Eu estou acompanhando meramente porque, como eu serei a pessoa que vai assinar tudo isso, preciso participar para entender como funciona, até financeiramente nesse primeiro momento, que o Bahia ainda é responsável por todos os contratos. Para deixar claro, eu não participo mais de nenhum processo decisório no futebol. Isso é importante de ser dito. Se é uma coisa que eu quero e preciso me desapegar, é entender que a minha função no Bahia vai precisar reduzir muito o seu impacto, né? Nós fizemos uma SAF para que outras pessoas cuidem do clube”.

O primeiro nome anunciado para o futebol foi o técnico Renato Paiva.

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