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Notícia | Entrevista

Publicada em 06 de fevereiro de 2023 às 15h21

Cauly se define como meia criativo e enaltece chance no Bahia

Meia relata experiências no futebol europeu, garante que vai se adaptar rapidamente e promete ajudar dentro e fora de campo

Victor de Freitas

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Fonte: Reprodução / Youtube

Cauly é um nome pouco conhecido no cenário do futebol nacional e ainda menos conhecido no futebol estadual, apesar de ser baiano. Em sua primeira experiência em um clube brasileiro, o jogador se mostrou confiante e motivado durante entrevista coletiva de apresentação.

Nascido no sul da Bahia, Cauly teve uma adolescência pouco comum, ao viajar para morar fora do país ainda cedo, conseguindo se formar como atleta profissional, em clubes menores na Alemanha, e chegar até a Bundesliga.

“Minha história não é tão comum. Nasci em Porto Seguro, onde fui criado até os 11 anos. Depois fui para a Alemanha, não foi uma decisão fácil. Aceitei e cresci muito como pessoa, onde realizei o sonho de me tornar jogador profissional. Joguei em um dos campeonatos mais fortes do mundo, na Alemanha, e hoje sou muito grato por ter dado esse passo quando criança. A adaptação foi muito difícil nos primeiros anos, por idioma, cultura e clima. Foi bem difícil, demorei para acostumar, pedia sempre para voltar, mas cresci com isso e hoje sou muito grato por ter passado por isso tudo”.

Estilo de jogo: meia criativo

Cauly Oliveira chega ao Esquadrão para uma posição que atualmente tem praticamente Daniel como opção, já que outros nomes do setor, Patrick Verhon e Marco Antônio, ainda não foram utilizados por Paiva.

O novo reforço tricolor se define como um meia criativo, com o objetivo de organizar jogadas e também de finalizar quando possível.

“Sou um meio-campista técnico. Gosto de estar com a bola no pé, de participar do jogo, de criar chances para meus companheiros e até achar espaço para finalizar. Tento ser efetivo no último terço e estou confiante que poderei ajudar”.

Além de buscar ajudar o Bahia em campo, ele fala também em auxiliar os mais jovens fora das quatro linhas, com sua vivência fora do país e experiência no futebol da Europa.

“Vou trazer qualidade não só em campo, mas fora de campo também, pela experiência que eu tenho e por ter uma mentalidade boa”.

Adaptação ao futebol brasileiro

“Tive uma escola muito boa na Alemanha, onde passei minha base toda e conquistei o sonho de jogar no Campeonato Alemão. Fui para a Bulgária atrás de mais um sonho, que era de participar de campeonatos europeus e participei (da Europa League). Fiquei muito feliz por isso. O estilo pode ser diferente, o ritmo, mas futebol é futebol, e vou tentar me adaptar o mais rápido possível para ajudar o time”.

Bahia como chance única na carreira

“Tive algumas negociações, outras possibilidades, mas para mim, ter essa conexão com a Bahia, com o povo baiano, foi uma coisa especial. Sabendo também do projeto que o Bahia tem agora foi muito importante, me deixou muito empolgado. Acho que é uma chance única, um grupo muito forte atrás de tudo para ajudar e apoiar, e todos unidos vamos dar o máximo para dar sucesso no futuro”.

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