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Notícia | Entrevista

Publicada em 31 de março de 2024 às 20h04

Ceni diz que ‘faltou capricho’ e vê carência no elenco para substituições

Treinador diz que não há reservas para todos os titulares do meio-campo e que treinou o time com três zagueiros

Victor de Freitas

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Fonte: Letícia Martins / EC Bahia

O Bahia teve o triunfo nas mãos no primeiro Ba-Vi das finais do Estadual, mas sofreu uma virada por 3 a 2 no Barradão, precisando, portanto, reverter a desvantagem na Arena Fonte Nova.

Após a partida, o técnico Rogério Ceni cobrou um capricho maior da equipe para manter a posse e não rifar tanto a bola, o que fez com que o adversário pudesse jogar.

"Precisávamos ter o controle do jogo e ter a posse de bola. Rifamos muito essa bola, não mantivemos o ritmo. Faltou um pouco de capricho para manter o controle”.

Ceni sai da partida duramente criticado pela torcida por conta das alterações feitas no segundo tempo, especialmente ao tirar Thaciano, principal peça ofensiva, para a entrada do zagueiro David Duarte.

Para o treinador, o cansaço da equipe e a carência de opções no elenco foram os motivos que o fizeram mudar o estilo de jogo, com um zagueiro a mais.

“O cansaço vai batendo no meio de campo, as trocas no meio campo são escassas e o modelo de jogo vai mudando. Não tivemos capacidade de manter a bola e consequentemente o controle do jogo", disse.

O treinador garante ainda que atuar com três zagueiros foi uma ideia treinada durante a semana por entender que não possui reservas suficientes para cada um dos meio-campistas.

"Foi treinado (jogar com três zagueiros). O time não suporta jogar os 90 minutos com quatro meio-campistas. Não tenho as trocas para os quatro”.

“Tem o Yago... Uma hora você tem que fazer as trocas. Tem o Yago e o Jota. Imaginávamos que estaríamos na frente do jogo e treinamos isso ao longo da semana. Dando amplitude para Juba e Arias. Infelizmente, o miolo estava bem preenchido e tomamos os gols pelos lados", avaliou o treinador.

O que fazer para reverter a desvantagem?

"Vamos precisar muito da presença do torcedor. Vai ser um jogo competitivo, dependemos do torcedor por ter um mando favorável. Vai ser um jogo dificílimo, mas vamos fazer o nosso melhor. Assim como fizemos hoje, mas nos minutos finais, as trocas são mais na frente e alguma solução no modelo de jogo. É um modelo bem treinado, um futebol prazeroso de ver, mas quando o cansaço bate, a gente sofre mais que o normal".

Bahia e Vitória se reencontram no próximo domingo (7), na Arena Fonte Nova.

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