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Notícia | Entrevista

Publicada em 17 de novembro de 2021 às 15h15

Com tabu pela frente, Guto destaca necessidade de buscar triunfo

Técnico fala em encarar partida como mais uma final

Victor de Freitas

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Fonte: Felipe Oliveira / EC Bahia

O Bahia não sabe o que é vencer o Sport em Pernambuco há 11 anos. Nesta quinta (17), a equipe tricolor terá uma nova chance de quebrar esse tabu e vai em busca do objetivo de conquistar três pontos. Essa é a afirmação do técnico Guto Ferreira.

Atualmente ocupando o 16º lugar e com os mesmos 36 pontos do primeiro time no Z-4, o Bahia vê os últimos jogos da temporada como finais. Contra o Sport, um adversário que tem 30 pontos, o espírito é de buscar o triunfo a qualquer custo.

A equipe tem que quebrar tabu, buscar fazer de cada jogo uma final, o jogo das nossas vidas", afirma o técnico Guto Ferreira, em entrevista ao programa BN da Bola, da Rádio Salvador FM.

Com contrato somente até o fim da temporada, Guto reafirma a missão principal de garantir a permanência do Esquadrão na primeira divisão. Ele volta a falar também que o segundo objetivo é de beliscar uma competição internacional.

"Mais importante do que qualquer outra coisa é garantir a permanência do Bahia, e se Deus quiser uma competição internacional para valorizar esse grupo e esse torcedor que merece. Ninguém vem para o clube que gosta se não tiver ideias de continuidade. Por que você fez a situação de três meses? Porque eu fui para o Inter em uma condição que existia uma cláusula e ela não foi respeitada. Agora não. O estímulo é só um. Vamos cumprir”.

Apesar de já ter afirmado em algumas ocasiões que tem desejo de continuar no clube para 2022, o treinador ressalta que só está pensando no presente, que é de livrar o Tricolor da queda.

“Se a direção vir que o Guto é o treinador, vamos seguir. Se não, fica todo mundo livre. Não temos que pensar no amanhã, temos que garantir a situação do Bahia”.

Arbitragem no Brasileirão

"Fomos para Caxias tivemos um lance (de pênalti não marcado), e hoje (ontem, terça) o Grêmio abriu o placar com um lance semelhante. Mas não adiante, isso é passado. As regras, a cada rodada, mudam. A interpretação muda. Temos que passar por cima de tudo isso e conseguir os nossos resultados".

Força da torcida

"Para não dizer um milhão. É de arrepiar. Nos dois últimos jogos, a torcida levantou, empurrou a equipe, tanto é que a resposta veio imediata. No triunfo contra o São Paulo, de novo. Jogar na Fonte Nova é sempre uma arma, um prazer muito grande para todos os componentes do Bahia. A gente se sente amparado. Nossa força parece que se multiplica".

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