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Notícia | Entrevista

Publicada em 01 de junho de 2021 às 21h04

Dado comenta atuação tricolor e vê vantagem como pequena

Treinador prega respeito ao adversário, mas afirma que time criou chances para vencer com placar largo

Victor de Freitas

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Fonte: Felipe Oliveira / EC Bahia

O Bahia conquistou um triunfo sobre o Vila Nova, na tarde desta terça-feira, e abriu vantagem na terceira fase da Copa do Brasil.

O resultado de 1 a 0 conquistado na partida de ida dá ao Bahia apenas a vantagem do empate na partida de volta, em Pituaçu, na próxima quarta-feira (09).

Em avaliação após a partida disputada no Estádio Oba, o técnico Dado Cavalcanti falou em tom de lamentação sobre a “pequena vantagem” construída pelo Esquadrão, afirmando que o time poderia ter vencido por um placar mais largo.

“Com todo o respeito ao Vila Nova, criamos para mais. Tivemos grandes chances no primeiro tempo, principalmente. No segundo, tivemos outras. Acho que poderíamos ter saído com um placar melhor. Porém, levamos uma pequena vantagem, mas pequena, porque, num confronto de Copa do Brasil, não dá para entrar no segundo jogo pensando no que fez hoje. Começar do zero. Um novo jogo, novo desafio. Tínhamos compromisso de levar alguma vantagem no jogo da volta e conseguimos”.

Dado comenta Bahia ofensivo no 1º tempo e dificuldades na 2ª etapa

Um dos melhores momentos do Bahia na partida foi justamente nos primeiros minutos de bola rolando, quando a equipe foi agressiva ofensivamente e criou jogadas de perigo.

O treinador tricolor explicou que a marcação alta foi o motivo, mas que não há como manter a postura por 90 minutos.

“Se faz necessário entender o contexto do jogo. Subimos a marcação no primeiro tempo, fomos agressivos, levamos vantagem na saída de bola do adversário. Mas, por estarmos sustentando uma linha alta, principalmente os zagueiros, nossa primeira linha se degasta muito. Após um contra-ataque, eles têm que correr 30, 40 metros para trás em velocidade. Se desgasta mais. Minha justificativa para fazer ou não a marcação alta, falei que tudo dependeria do condicionamento físico em campo. Pela característica do jogo no segundo tempo, foi diferente. Não tínhamos o Rodriguinho, retendo a posse; tínhamos duas espoletas pelas laterais, Ruiz e Alesson. Isso fez parte da escolha do segundo tempo e, mesmo nessa condição, criamos situações”.

Sober as dificuldades, Dado afirmou encarar com naturalidade o fato de os dois laterais terem sofrido contra jogadores de velocidade.

“O lado esquerdo foi o que Kelvin atuou. Ele é jogador arisco, de rabisco, de forte agressividade no um contra um. Tivemos dificuldades nos dois lados em que ele jogou. Na lateral do Renan Guedes também tivemos dificuldade. Então entendo isso como algo que o adversário propôs, e a gente tem, dentro do jogo, neutralizado essas condições. Hoje, no um contra um, mesmo sendo um jogador rápido, não levou tanta vantagem. Apenas o Vila Nova insistiu mais pelo lado dele. Entendo isso como forma natural pela imposição que o adversário nos propôs”.

Pênalti não marcado para o Bahia

“Tivemos o lance do pênalti claro, que infelizmente não foi marcado. Fica no lamento. Não adianta. Não volta atrás. A vantagem poderia ser ampliada. Não foi, paciência. Trabalhar para ter um jogo de volta consistente”.

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