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Everton Ribeiro diz que elenco entende projeto do Bahia: “sabemos que é passo a passo”

Notícia
Entrevista
Publicada em 24 de dezembro de 2025 às 15:00 por Victor de Freitas
'O projeto é a médio e longo prazo', afirma o camisa 10 tricolor
everton ribeiro em coletiva do bahia
Foto: Rafael Rodrigues / EC Bahia





O capitão Everton Ribeiro falou abertamente sobre como o elenco enxerga o projeto do Bahia, sob gestão do Grupo City, em um projeto de médio e longo prazo.

Em entrevista ao Charla Podcast, o camisa 10 ressaltou que o elenco compreende que o sucesso sustentável faz parte de um planejamento estruturado pelo Grupo City. Embora o desejo seja vencer todas as competições imediatamente, o meia enfatizou que a mentalidade da gestão atual foge do imediatismo comum no futebol brasileiro. “

“Esse ano foi onde a gente conseguiu os dois primeiros títulos com a camisa do Bahia. Então, eu acredito que estamos no caminho de crescimento. O projeto é a médio e longo prazo. Por mim, a gente já teria ganho tudo, mas a gente sabe que é passo a passo. O City ajuda a conduzir, tem trabalho que não quer o imediato“.

Everton Ribeiro também valoriza a estabilidade que o Grupo City dá ao clube. Para ele, a manutenção da comissão técnica em momentos de turbulência é o maior exemplo da crença no processo de longo prazo estabelecido pela SAF.

“(Em 2025) a gente teve uma fase difícil e eles não pensaram em nenhum momento em trocar o treinador, que é o mais fácil no futebol. Acreditam no projeto e acredito também que a gente vem dando um passo de cada vez, se fortalecendo e botando no cenário dos grandes times novamente“.

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Adaptação ao Bahia e o título de cidadão soteropolitano

Além do desempenho em campo, a vida pessoal de Everton Ribeiro em Salvador tem sido um fator determinante para sua estabilidade. O jogador revelou ter sido surpreendido pela intensidade do amor da torcida tricolor, algo que ele não mensurava antes de vestir a camisa do clube.

“Foi uma surpresa muito grande. Porque quando eu fui para lá, não sabia desse amor que os torcedores do Bahia tinham pelo seu time”, comentou o capitão. Ele ainda brincou sobre sua integração com a cultura local: “Agora já estou até na corda do Bell“.

A rápida adaptação de sua família e o acolhimento da vizinhança facilitaram a transição para o Nordeste. O atleta, que é fã de história, destacou que morar na primeira capital do país oferece um cenário cultural riquíssimo para sua rotina pessoal.

Oficialmente cidadão soteropolitano, o meia reforçou o sentimento de pertencimento à cidade.

“Minha família se adaptou bem, isso ajuda também. A vizinhança me acolheu, todo mundo lá fez o máximo para eu me adaptar o mais rápido possível. E hoje eu posso dizer que estou muito feliz. Gosto de morar lá, tem a culinária, tem a história, que eu amo história assim, e lá tem muita história. Virei cidadão soteropolitano, né? Então agora eu estou com um pé e meio lá. Está muito legal”, finalizou o camisa 10 tricolor.

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