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Notícia | Entrevista

Publicada em 07 de dezembro de 2021 às 16h26

Gilberto evita falar em despedida e garante foco na 38ª rodada

Centroavante afirma estar focado no último jogo antes de pensar no futuro

Victor de Freitas

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Fonte: Felipe Oliveira / EC Bahia

Foi Gilberto o escolhido para conceder a última entrevista coletiva da temporada do Bahia. Antes da 38ª rodada, o centroavante tricolor foi perguntado sobre diversos temas, incluindo futuro, passagem no Bahia e a batalha final pela permanência do Esquadrão na Série A.

Como não poderia deixar de ser, o tema mais requisitado foi o futuro do centroavante no Bahia. Assim como aconteceu no ano inteiro, o jogador optou por evitar uma resposta concreta e disse que ainda irá decidir, apesar de ter afirmado anteriormente que a decisão estava tomada.

“A gente tem que decidir ainda. Não terminamos o campeonato”.

Além de despistar sobre o seu futuro, Gilberto reafirmou que estar focado exclusivamente na última rodada do Brasileirão.

“Acho que é importante deixar o Bahia na Primeira Divisão. Isso é o mais importante para mim. Depois a gente discute o que for melhor para o Bahia”.

Com 188 jogos e 83 gols marcados pelo Esquadrão, Gilberto acumulou marcas históricas: é o maior goleador do clube em Brasileiros, 16º artilheiro da história tricolor e líder da artilharia da nova Fonte Nova.

Sobre as marcas alcançadas, ele fez questão de dividir com os companheiros as marcas alcançadas no clube.

“Eu vivi coisas excelentes aqui e, dentro de campo, respeitando os meus companheiros, buscando ajudá-los e sempre sendo ajudado, porque nenhum centroavante faz gol sozinho. Eu só tenho a agradecer por todos aqueles que passaram e aqueles que estão aqui hoje me ajudando a continuar fazendo história”.

Para ele, o mais importante neste momento é livrar o Bahia da queda.

“Eu posso falar diversos momentos de frustração e diversos momentos felizes. Mas eu acho que o importante no momento, no momento mesmo, é a permanência do Bahia na Série A. Então eu acho que não é o momento de falar sobre mim e da história que eu construí no Bahia. É o momento de falar em ganhar o jogo muito importante para a gente continuar na Série A”.

Quatro temporadas pelo Esquadrão

“Acho que a passagem em si resume a tatuagem. É algo para ficar marcado na história. Na minha história. E eu faço parte de 1% do que é a história do Bahia. O Bahia é extremamente gigante, é um clube bicampeão brasileiro e deve ser respeitado sempre, assim como a gente vem respeitando, como diversos jogadores que passaram aqui e fizeram história também respeitaram. Aqueles que vierem futuramente, que venham buscar fazer aquilo que eu fiz também, consigam entregar o melhor e respeitar esse escudo, que é tradicional demais e tem um motivacional muito forte, e a torcida vibra demais, sempre junto. Então todas aqueles que vierem vão ser bem recebidos e, com certeza, respeitando e se entregando dentro de campo vão ter os frutos colhidos”.

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