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Notícia | Entrevista

Publicada em 12 de novembro de 2022 às 11h05

Goulart relembra momento da troca de técnico: ‘o futebol cobra’

Meia-atacante falou sobre má fase do time na reta final da Era Enderson e comentou estilo de jogo de Barroca

Victor de Freitas

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Fonte: Felipe Oliveira / EC Bahia

A campanha do Bahia na Série B foi marcada pela participação de três técnicos, sendo que um deles chegou ao clube faltando apenas seis rodadas para o fim da temporada.

Durante o segundo turno, o Bahia passou por momentos de dificuldades, principalmente fora de casa, o que fez com que a equipe ficasse até cinco rodadas sem vencer. Quatro delas sob o comando de Enderson Moreira, demitido na 32ª rodada.

A queda de Enderson foi sacramentada após a derrota por 3 a 1 para a Chapecoense, mas ocorreu em razão do momento que o time vivia dentro do campeonato, aliado aos resultados da concorrência. Ricardo Goulart avaliou a situação.

“Nós passamos um período de um mês sem pontuar (na verdade, foi sem vencer), e acho que nós tínhamos chances de pontuar. Se não me engano, se somamos três pontos foi muito. E os concorrentes pontuaram, Londrina, Sampaio Corrêa, Ituano, esse grupo acabou encostando. E no jogo contra a Chapecoense, onde tivemos uma virada, diretoria, outras pessoas, não gostaram”, disse o meia-atacante, em entrevista à TV Bahia.

Para Goulart, o entendimento é de que a falta de resultados cobrou de Enderson um preço alto.

Futebol é resultado, ficamos quase um mês sem resultado positivo e o futebol cobra”.

Ricardo Goulart falou também sobre o período em que trabalhou tanto com Enderson, como também com Eduardo Barroca, no Bahia.

Ele acredita que seus melhores momentos no Esquadrão aconteceram quando atuou como ‘falso 9’.

“Com a experiência com o Barroca, também agradecer ao Enderson Moreira por me dar a oportunidade de vestir a camisa tricolor. Tive o prazer de trabalhar com esses profissionais. Acho que, como atacante, no esquema tático do Barroca, sem atrapalhar o esquema tático com o Danielzinho, um grande jogador também. Deu para encaixar bem, com uma flutuação ali, eu saindo de atacante e flutuando, como o Barroca pedia. Acho que nosso time se encaixou bem, e estou bem feliz pelo rendimento nas últimas rodadas como falso 9, né? Digamos assim”.

Ricardo Goulart tem contrato até o fim deste ano e tem conversas iniciadas com a atual diretoria sobre uma intenção de renovação. Os detalhes, no entanto, só serão resolvidos com aval do Grupo City.

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