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Notícia | Entrevista

Publicada em 10 de junho de 2022 às 15h03

Guto avalia motivos para dificuldades do Bahia fora de casa

Treinador cita carência do elenco como maior razão para queda de desempenho como visitante

Victor de Freitas

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Fonte: Rafael Machaddo / EC Bahia

O Bahia é o melhor time da Série B como mandante, mas quando sai de casa a história tem sido bastante diferente. Enquanto venceu todos os seis jogos na Fonte Nova, o Esquadrão perdeu as últimas três partidas realizadas longe de Salvador.

A má campanha fora de casa é o fator crucial para que o Tricolor não tenha, nesse momento, uma distância maior do quinto colocado e mais proximidade do líder Cruzeiro.

Após uma sequência de dois jogos em casa, com dois triunfos, entre sábado e quarta-feira, o técnico Guto Ferreira voltou a ser alvo de perguntas sobre o desempenho fora de casa, já que enfrentará o Operário, em Ponta Grossa, neste final de semana.

“A gente espera que a equipe possa ter o comportamento que a equipe vem tendo aqui dentro. A gente não pode esperar a energia do torcedor na arquibancada, porque a gente vai enfrentar uma energia contraria”, disse o treinador.

Guto Ferreira também disse que discorda de ser um treinador que não ganha fora de casa.

“Se você pegar nosso histórico, eu não consigo enxergar isso. Porque nas equipes que a gente (ele e sua comissão técnica) transitou e montou na sequência, isso não aconteceu. Em 2017 nós ganhamos uma sequência de jogos fora e ninguém fala nada. Nós trocamos o pneu com o carro andando e a gente não conseguiu as peças para fazer um time forte”.

Sobre o mau desempenho do Bahia fora de casa em 2022, o treinador faz uma comparação com o elenco de 2017, que tinha um meio-campo com várias opções de força física, o que é um fator carente no atual time.

“A gente passou a ter (mais força) em 2017 com Edson, com Renê e Matheus Sales. Juninho era um jogador mais leve na condição de segundo volante. O Bahia tinha que ter sustentação e não tinha. Esse ano ganhamos fora de casa, poucas, mas passa pelo nosso meio campo, por essa questão de força e de como o adversário vem. Vamos trabalhar para melhorar isso”, completou.

Em 2022, os volantes do Bahia são Patrick, Rezende, Emerson, Falcão e Miqueias. Mugni é meia de origem, mas se fixou como volante no Bahia.

O que espera do jogo contra o Operário?

"Time que marca forte, time experiente, muitos jogadores rotinados na divisão. Se você pegar os jogadores que estão ali, são todos jogadores com passagem pela Série A. O Claudinei trabalha muito bem, tem seu valor. E eles sempre foram uma equipe muito forte na casa deles. São situações que a gente tem que passar por cima".

 

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