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Notícia | Entrevista

Publicada em 12 de junho de 2022 às 17h17

'O que menos importa é quem inicia ou termina o jogo', diz Guto

Guto exalta participação do elenco na Série B

Victor de Freitas

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Fonte: Reprodução / Sócio Digital

O Bahia ganhou a terceira partida consecutiva na Série B e se firmou ainda mais no G-4. Para o técnico Guto Ferreira, o segredo para a campanha de sucesso na competição está no desempenho do elenco.

Nos últimos jogos, o treinador recebeu questionamentos por suas escalações iniciais. Contra o Operário, a ausência de Davó da equipe titular foi o que gerou reclamações.

Após o triunfo fora de casa, o treinador afirmou que não importa quem inicie a partida ou entre no segundo tempo, mas, sim, o resultado final do time.

“Se todo mundo pensar no Bahia primeiro, o que menos importa é quem vai começar e quem vai terminar. O que mais importa é a equipe ganhar”.

Guto também garante que todo o elenco vai ter chance de demonstrar valor em algum momento do campeonato.

“(…) Todo mundo vai ter a oportunidade de estar dentro de campo em algum momento. E tem que se preparar para fazer o seu melhor. É assim que a coisa flui”, finalizou.

Atuação de Falcão no segundo tempo

“Os jogos em que não coloquei (Falcão) foi por questões de combinação, quem combinava com quem naquele momento e o que o jogo pedia. No jogo em que ele não entrou, arrisquei com Gregory de volante. Porque a gente precisava de um meia a mais, um passe diferenciado a mais. E o Falcão é menos criativo do que o Gregory e é mais marcador do que o Gregory. Ele não deixa de criar, tem um bom início de jogo. Na intermediária de ataque, Gregory é mais criativo. Por isso que, em Tombos, a gente optou pelo Gregory e não por ele. A gente vai usando o que a gente tem conforme as necessidades. Falcão entrou bem hoje, no lugar do Mugni, quase fez um gol. Só que tem um detalhe: se saísse o Emerson, não ia entrar o Falcão. Porque quem casaria melhor era o Miqueias. Tem situações que passam muito por isso. Quem completa quem. E isso a gente trabalha no dia a dia para poder fazer o Bahia forte. Não é só: “esse foi bem, aquele foi mal”. Muito do “estar bem” ou “estar mal” passa muito pela confiança que eles estão e a confiança passa muito pelo entorno dele, o que fala sobre a atuação dele, o que ele lê, ouve, assiste. E, muitas vezes, o cara acaba ficando inseguro, porque recebe uma pressão externa e não sabe controlar. Isso tudo passa pelo jogador, que tipo de atitude ele tem que ter, para ele assentar. A gente tem que estar atento a tudo isso para poder fazer uma equipe mais forte”.

Experiência de Mugni e Rodallega para o time

“A equipe está mais assentada também porque o Mugni, mais experiente, traz uma condição, ele e o Hugo, o comando dentro de campo, onde consegue cobrar e assentar a equipe nos momentos mais difíceis. Isso é coisa que o treinador, de fora, não consegue fazer. A positividade, a confiança, passam muitas vezes, por uma âncora. Às vezes, uma tatuagem que o cara tem, um colar que ele usa, um pingente, e às vezes é um companheiro dentro de campo. Fica muito visível que a equipe fica mais assentada quando Hugo está em campo, fica mais equilibrada, organizada. Porque eles se cobram mais, uma postura mais profissional, com foco maior”.

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