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Notícia | Entrevista

Publicada em 16 de agosto de 2019 às 18h57

Roger revela metas do Bahia e cita Libertadores como maior objetivo

Treinador garante ver o Bahia na disputa por uma vaga na competição continental

Victor de Freitas

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Fonte: Felipe Oliveira / EC Bahia

Vindo de um triunfo sobre o Flamengo e um empate com o Palmeiras, este fora de casa, o Bahia voltou a ganhar empolgação dentro da Série A. Em décimo lugar, o Esquadrão atualmente está quatro pontos atrás da zona que deseja estar ao fim do campeonato: dentro do G-6.

Nas primeiras 14 rodadas do Brasileirão, o Bahia esteve presente no G-6 em três ocasiões. E, mesmo quando esteve fora, em momento algum viu o sexto colocado abrir grande distância – mesmo durante o período de jogos sem vencer.

Para o técnico Roger Machado, o maior objetivo do time para este campeonato é alcançar uma das vagas na Copa Libertadores de 2020.

Roger admite ver as possibilidades com “pés nos chãos”, traça meta de pontos a cada seis rodadas e vê a disputa pelo G-6 como algo real para o Bahia.

“Não quero criar expectativas. Temos as projeções internas. Divido o campeonato em blocos de seis jogos, deixando dois (últimos) que são as finais. A gente desejaria ter acumulado pontos suficientes para se manter na primeira página, para que, na segunda parte, pudesse concretizar os objetivos. Desse bloco, já foram dois, Flamengo e Palmeiras, conquistamos quatro pontos, então tem mais 12 para se disputar. É importante que continue pontuando, porque, para o G-6, são dois pontos para nos colocar em uma briga mais importante”, falou o técnico.

O treinador tricolor também afirma que o elenco tricolor é enxuto, porém com a qualidade necessária para brigar por uma posição mais alta no campeonato.

É (uma meta) audaciosa, mas é possível, e a gente tem o direito de perseguir. Nós, o grupo, torcedor, mídia, temos que saber que o campeonato é muito duro. A gente tem um grupo com qualidade, mas enxuto. A gente também cuida minuciosamente da recuperação para que não perca ninguém. Antigamente, quando [a Série A] era da metade do ano em diante, você tinha 13, 14 jogadores que iam jogando, e outros de qualidade inferior. Hoje, com 38, quem joga menos tem oportunidade de jogar seis ou sete, porque os jogadores estão suscetíveis a lesões e cartões. Isso que vai nos permitir continuar na briga”, disse.

Desde que retornou à Série A, o Bahia flertou com uma vaga na Libertadores em 2018 e, principalmente, em 2017, quando chegou até a última rodada com chances matemáticas e disputar a competição continental, apesar de que dependia de uma grande combinação de resultados.

Em busca de pontos para seguir subindo na tabela de classificação, o Bahia necessita de um triunfo sobre o Goiás neste domingo (18), às 16h, na Fonte Nova.

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