A estréia do Juazeiro no Baianão, domingo passado, foi marcada por jogadas sem criatividade, dificuldade nas finalizações e poucas chances de gol. Mas embora tenha ficado no 0 a 0 diante do Camaçari, em pleno Estádio Adauto Moraes, o time das carrancas se conforma em repetir o resultado nesta quarta-feira, na Fonte Nova. “Um empate seria interessante”, declarou o técnico Antônio Barbosa, o Baé, velho conhecido da torcida alviverde.
Com uma equipe cuja média de idade está na casa dos 21 anos e o salário-base por volta dos 500 reais, o Juá pretende continuar surpreendendo os adversários, como faz desde que subiu, em 1997. Metade do elenco semifinalista de 2005 permaneceu, tendo recebido ainda revelações dos juniores e da liga amadora juazeirense.
O clube das margens do São Francisco se reapresentou em 23 de novembro e contava com dois projetos da Câmara Municipal para completar sua folha. A indignação popular com o aumento dos tributos os inviabilizou. Um deles sugeria contribuição voluntária e variável, a partir de R$ 1, na conta de água. A outra idéia era facilitar doações a serem descontadas nos salários dos cerca de 4.500 funcionários públicos municipais que concordassem com a ajuda. Sem essas propostas, resta esperar mesadas espontâneas dos conselheiros. Saiba mais sobre os oponentes do Tricolor no Estadual, clique aqui!
A Tarde (Adaptado)
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