Apesar de possuir muito mais tradição que o adversário, o Tricolor nunca derrotou a Anapolina. Os três confrontos que já ocorrem foram todos no interior goiano: dois em 1981, pelo Brasileiro daquele ano, e um na temporada passada, que terminou com triunfo da Xata (seu apelido) por 2 a 0. O detalhe é que em nenhuma dessas partidas o Esquadrão conseguiu balançar as redes.
Quando dos primeiros duelos, ambos em janeiro, o campeonato na verdade era a Taça de Prata, espécie de Série B da época, mas que dava direito a algumas equipes se classificarem para a Taça de Ouro no decorrer da competição. Foi o caso do Bahia, que como não chegou à decisão estadual, viu os rivais Vitória e Galícia indo direto para a divisão de elite.
Com uma bela campanha, o time do técnico Aymoré Moreira acabou o certame na frente de seus conterrâneos, na mesma temporada do famoso 5 a 0 sobre o Santa Cruz, de Dadá Maravilha. Enquanto isso, se a Anapolina não repetiu o sucesso tricolor, comemorou bastante o vice da Taça de Prata, perdendo a final para o Guarani.
TABU
Os clubes estiveram juntos na fase inicial do torneio, num grupo que também contava com Anápolis-GO, Atlético-GO, Gama-DF, Itabuna-BA, Leônico-BA e União-MT. A dupla obteve as únicas vagas da chave, com o Esquadrão no topo e a “Rubra” vindo em seguida.
O embate de estréia ocorreu no dia 21 e, embora possuísse jogadores como Washington Luís, Léo Oliveira, Emo e Gílson Gênio, o Bahia ficou no 0 a 0. Depois foi ainda pior: em 31/01, novamente no Estádio Jonas Duarte, levamos 2 a 0 dos vermelhos.
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