Toda vez que o Bahia vai ao Barradão, sua torcida cria uma expectativa que vai além da rivalidade inerente ao clássico. Ganhar do Vitória-BA tem um gosto especial. Quando o triunfo acontece no campo inimigo, a gozação torna-se ainda mais saborosa.
Mas faz tempo que os tricolores não experimentam tal sensação. Oportunidades não faltaram: desde a última vez, em abril de 1998, houve 13 confrontos, e o máximo que o Esquadrão de Aço conseguiu foi empatar em duas ocasiões.
Uma dessas, porém, valeu o título do Campeonato do Nordeste de 2002, numa emocionante final. Nas duas últimas visitas ao estádio do BA-Vi de logo mais, o Bahia até começou bem. Saiu na frente, só que permitiu viradas do rival: 3×2 e 2×1, ambas em 2003.
O Manoel Barradas (inaugurado em 86) divide com a Fonte Nova a condição de palco do maior clássico do Norte/Nordeste desde 91. E embora o Tricolor também já tenha festejado a conquista do Estadual de 98 lá, acumula bem mais tristezas que alegrias. Em 25 confrontos, empatou 5 e ganhou apenas três.
A Tarde (Adaptado)
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