O período de testes foi bom, cerca de 14 dias, e a conhecida qualidade foi mostrada, mas a provável venda do meia Maurício para o Rennes, da França, fica cada dia mais distante. O jogador e seu empresário deixaram a França após retomada dos vôos no continente.
A promessa era que em maio o Rennes daria uma resposta sobre a negociação, mas uma observação pode melar a ida do meia: o clube francês só pode ter quatro jogadores sem passaporte europeu e já possui alguns africanos, o que deve impossibilitar uma aposta. Por isso deve preferir levar um atleta mais experiente, como acredita o próprio empresário de Maurício. “Ele teria que ter arrebentado.”
O Bahia e o jogador ficam no aguardo da resposta, já que o clube levaria cerca de 1,4 milhões de euros e Maurício por volta 600 mil. Caso a venda realmente não se concretize, o jogador vai perder a chance de fazer o pé de meia e, para completar, não poderá ajudar os companheiros do profissional na final do Campeonato Baiano, já que Renato Gaúcho descartou utilizá-lo por ter, supostamente, o deixado na mão.
Vale lembrar, que a diretoria liberou Maurício em comum acordo com seu empresário, e o atraso no seu retorno seria no dia 16, mas chegou apenas no dia 21 à noite foi por problemas causados pelo Vulcão Eyjafjallajokull, na Islândia, que espalhou uma nuvem de cinzas vulcânicas no espaço aéreo europeu, causando o maior caos aéreo da história do continente.
Bahia Notícias (Adaptado)
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