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Massagista diz que vale até “congelar” adversário

Notícia
Historico
Publicada em 24 de abril de 2010 às 05:50 por Da Redação





Saturnino Napomuceno Lima, o Satu, é massagista do Bahia há aproximadamente quatro décadas e fala com orgulho da função que exerce e que faz dele um dos funcionários mais antigos do clube. “Foi meu primeiro e único emprego na vida”, diz.

Até os oito anos de idade, Satu não tinha sequer clube de coração, mal se interessava por futebol, mas assistiu essa história mudar quando o Hotel Iemanjá, na Pituba, onde seu pai era gerente, foi comprado por Osório Villas-Bôas, então presidente do Bahia. “Foi pedido que todos os funcionários do antigo hotel fossem incorporados. Nessa época fiquei ajudando meu pai a levar comida para as concentrações”, recorda.

Aos poucos, o jovem itaparicano, nascido a 29 de novembro de 1954, foi conquistando espaço no Bahia, e o Bahia, no seu coração. “Em 1973, Evaristo de Macedo [treinador] me mandou trabalhar junto com Alemão, que era o massagista. Lá tomei gosto e fui ficando”.

Com o folclórico Alemão, além de aprender as artes do ofício de massagista, participava também dos trabalhos que eram feitos antes dos jogos. “Eu lembro que a gente escrevia o nome de Mário Sérgio e Osni em um papel e colocava na geladeira. Quando Osni veio jogar no Bahia contei isso, e ele caiu na gargalhada”, diverte-se.

Nos jogadores do Bahia o procedimento era banhos de folha antes da decisão. “Naquela época existia muita superstição. Em 1984 resolvemos fazer uma foto antes da final já com a faixa de campeão. Teve gente que falou que era melhor não, pois ia dar azar, mas a gente fez a foto, ganhou o título e saiu direto da Fonte Nova para agradecer na Igreja do Bonfim”, festeja.

A Tarde (Adaptado)

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