Mostrar um melhor futebol e conseguir bons resultados. Essas são as duas principais exigências da diretoria do Bahia para que Marcelo Chamusca seja efetivado no comando da equipe profissional.
O clube pensa em repetir o feito do ex-arqueiro Rojas, que de treinador de goleiros terminou ganhando o cargo de técnico do São Paulo – 3º colocado no Brasileiro – depois da saída de Oswaldo de Oliveira.
O Tricolor conseguiu passar pelo primeiro desafio, que foi sobreviver à guerra psicológica do jogo contra o Fortaleza, quando, sob pressão da torcida e enfrentando problemas internos, o time venceu por 1 a 0 mesmo não apresentando um bom futebol.
O triunfo fez com que a poeira assentasse um pouco no Fazendão e a diretoria resolveu dar uma semana de tranqüilidade para o interino desenvolver seu trabalho. Os cartolas não pretendem anunciar o nome do novo treinador até a partida diante do Internacional, no próximo sábado, quando Chamusca vai passar por mais uma fase de testes.
Caso consiga um bom resultado, o gerente de futebol pode ser efetivado como o técnico titular. Ontem à tarde a diretoria praticamente descartou os nomes de Darío Pereyra, Celso Roth e Valdyr Espinosa, que tinham sido cogitados anteriormente.
Os dirigentes confessaram que os preferidos do clube eram Hélio dos Anjos, consenso entre todos, e Vadão, que não acertou com o Bahia e foi, segundo o presidente Marcelo Guimarães, para o Japão.
“Estamos conversando com outros quatro treinadores que têm o perfil do clube e vamos trazer o melhor deles”, garantiu Guimarães, sem revelar nomes.
A Tarde (Adaptado)
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