O Bahia viajou para atuar em solo chileno com uma postura bem diferente das vezes em que atuou como visitante em 2025. O otimismo para enfrentar o O’Higgins, nesta quarta-feira (18), pela fase preliminar da Libertadores, não é por acaso.
Em 2026, o Esquadrão está em processo de transformar o que era o seu maior “calo no sapato” em uma de suas principais virtudes: o desempenho como visitante.
Neste meio de semana, o time chega a Rancagua embalado por triunfos em seus três maiores desafios longe de Salvador até aqui em 2026.
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Bahia e a busca por superar ‘fantasmas’ de 2025
A mudança de patamar no desempenho fora de casa já tem sido sentida quando comparada ao desempenho da temporada passada.
Em 2025, atuar fora de casa, principalmente no segundo semestre, foi um martírio para o torcedor tricolor.
Naquela ocasião, o Bahia não conseguiu vencer nenhum jogo como visitante no returno da fase de grupos da Libertadores e atravessou quase todo o segundo turno da Série A sem somar três pontos longe da Arena Fonte Nova, sendo que o único triunfo aconteceu justamente na primeira rodada do returno.
A fragilidade como visitante em 2025 custou caro nas pretensões do clube em competições de mata-mata e também na disputa por uma vaga direta à fase de grupos da Libertadores, precisando jogar a Pré-Libertadores justamente por isso.

Bahia está em evolução como visitante em 2026: triunfos nos três principais jogos fora
No entanto, o cenário em 2026 é de afirmação. A confiança atual é forjada em triunfos de peso contra adversários tradicionais. O time venceu o clássico contra o Vitória por 1 a 0 no Baianão; derrubou o Corinthians por 2 a 1, em São Paulo; e, mais recentemente, bateu o Vasco por 1 a 0 em um São Januário lotado.
Foram três triunfos e apenas um gol sofrido nesses jogos. São números que mostram uma equipe madura, capaz de suportar pressões externas e manter a organização tática necessária para buscar o triunfo.
Com a boa fase como visitante em jogo, o grupo entende que a solidez defensiva demonstrada especialmente contra o Vasco pode ser um diferencial no Chile.
A estratégia de Rogério Ceni tem passado por um controle maior da posse de bola e uma transição rápida, explorando o bom momento de Luciano Juba. Mesmo sem o capitão Everton Ribeiro, suspenso, e com as baixas defensivas de Kanu e David Duarte, a delegação viajou com a confiança de que pode trazer um resultado positivo na bagagem.








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