O Bahia está atento ao desempenho dos atletas que pertencem ao clube e estão atuando por outras equipes no futebol brasileiro. O principal caso nesse contexto é o do meia Cauly, que possui metas para compra obrigatória por parte do São Paulo.
Em entrevista coletiva concedida no CT Evaristo de Macedo, o diretor de futebol Cadu Santoro esclareceu a situação do meio-campista Cauly, emprestado ao São Paulo.
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Cauly não deve bater a meta para compra obrigatória
O dirigente detalhou que a diretoria tricolor possui um setor específico de acompanhamento sob a responsabilidade de Danilo Fernandes, encarregado de monitorar os atletas cedidos por empréstimo , como Iago Borduchi e Kayky.
Santoro projetou o cenário para a temporada de 2027 admitindo que já trabalha com a hipótese de Cauly não atingir a cláusula imposta no contrato.
Para ser comprado obrigatoriamente, o meia precisa atingir 25 partidas atuando por pelo menos 45 minutos, sendo que até agora só acumula 14 partidas desse objetivo. Sem espaço no elenco são-paulino, ele só atuou como titular em uma partida no segundo semestre.
“Uma das funções que o Danilo Fernandes tem é de acompanhar regulamentar o trabalho de todos os jogadores emprestados, gerar relatórios e vídeos para mim. Cauly é um atleta que estamos acompanhando, assim como Iago Borduchi, Kayky… Cauly é um atleta que acompanhamos, que acho difícil bater a meta (para compra obrigatória). Mesmo existindo a possibilidade matemática, é difícil”, pontuou Santoro.
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Cenário de reapresentação na Cidade Tricolor para 2027
Levando em conta que a tendência atual é de que esse gatilho financeiro não seja acionado até o término da temporada de 2026, o caminho traçado é o retorno do meio-campista a Salvador no início da próxima pré-temporada.
Entretanto, ainda não há nenhum tipo de definição tomada justamente por depender no restante da temporada.
“Caso não bata a meta, ele se reapresenta aqui no início da pré-temporada para sentarmos e pensar no que vai acontecer com ele. Ainda é cedo para dizer, não conversei com Rogério sobre isso. Mas o caminho natural, caso ele não bata a meta e o São Paulo não faça oferta de compra, ou nenhuma outra equipe faça, ele se reapresenta com a gente, junto com os demais atletas com contrato”, ressaltou o executivo.
A diretoria mantém a postura de aguardar o desfecho das competições em andamento antes de tomar decisões definitivas sobre o aproveitamento das peças que retornarão de empréstimo.
Contrato de Cauly com o Bahia
Cauly possui vínculo contratual longo com o Esquadrão de Aço. Seu contrato tem validade até o final de 2028.
Caso retorne ao Tricolor a partir de janeiro do próximo ano, ele ainda estará vinculado ao Bahia por mais duas temporadas.








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