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Publicada em 02 de janeiro de 2021 às 12h03

TOP-10: relembre as piores contratações de Diego Cerri no Bahia

Dirigente protagonizou diversos erros à frente do futebol tricolor

Victor de Freitas


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Diego Cerri foi protagonista de contratações que fizeram mais sucesso do que era esperado, como foi destacado pelo ecbahia.com. Por outro lado, também foi responsável por uma série de contratações que passaram longe de agradar a torcida.

Muitas dos erros de contratações já eram vistos como fiascos antes mesmo de os atletas chegarem ao clube. Foi o caso de Rogério.

Listamos também as 10 piores contratações de Cerri como diretor do Bahia. Confira aqui:

  • Wanderson

Contratado em julho de 2019, Wanderson custou R$ 1,7 milhão aos cofres do Bahia e atuou somente 15 vezes. Pelo péssimo custo-benefício, é considerada a pior contratação de Cerri no clube.

Cada atuação realizada pelo atleta custou mais de R$ 100 mil. Está emprestado ao Fortaleza e não deve mais voltar ao Esquadrão.

  • Clayson

O atacante foi adquirido por R$ 4 milhões no fim de 2019, sendo considerado esperado como um dos grandes destaques do Bahia no ano de 2020. Mas, nem sequer conseguiu segurar a titularidade por conta do próprio desempenho.

Pelo alto investimento na contratação, o número de apenas três gols e duas assistências passa longe do que era esperado.

Com 25 anos, o jogador ainda tem mais duas temporadas de contrato para mudar seu status de “fiasco”.

  • Guilherme

O meio-campista é o principal exemplo de contratação que não era para ter sido feita. Mesmo com o atleta sendo criticado desde a época de especulações, ele foi contratado para o ano de 2019. Jogou 11 vezes e foi dispensado com poucos meses de clube.

  • Kayke

O centroavante passou pelo Bahia em 2018, com um gol marcado em 17 atuações. Os números mostram o fracasso da contratação deste jogador.

 

  • Rogério

Junto com a contratação de Guilherme, o Bahia apresentou Rogério para 2019. Foi mais um exemplo claro de fracasso anunciado. Fez dois gols e foi emprestado três vezes desde então.

  • Alejandro Guerra

O venezuelano Alejandro Guerra estava encostado no elenco do Palmeiras e foi trazido ao Bahia como solução dos problemas no meio-campo. Nem de longe atingiu o que era esperado. Desde que saiu do Esquadrão, não encontrou nenhum clube.

  • Giovanni

Dez partidas pelo Bahia e muitas críticas. Esse foi o resumo da trajetória do lateral-esquerdo que passou pelo Bahia para substituir Paulinho, que havia sido vendido ao futebol dinamarquês.

  • Wellington Silva

O lateral-direito passou o ano de 2017 inteiro no Bahia e só jogou três vezes. Passou mais tempo lesionado do que à disposição e quando atuou não agradou.

  • Clayton

O atacante foi uma aposta de Cerri para o Bahia mesmo após longo período afastado por uma grave lesão. Em um ano e meio de clube, só marcou dois gols.

  • Nilton

Após dois anos no Japão, Nilton chegou ao Bahia em 2018 com status de titular. E nunca conseguiu segurar a vaga no time. Mesmo assim, teve seu contrato renovado no final daquele ano. Em 2019, continuou sem espaço e teve vínculo rescindido no meio da temporada.

Durante sua passagem pelo Esquadrão, o volante foi apelidado pela torcida como “animador de vestiário” e “Niltão da Massa”, pelo estilo descontraído fora das quatro linhas e por poucas vezes aparecer em campo.

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