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Notícia | Entrevista

Publicada em 01 de março de 2020 às 20h39

Dado Cavalcanti avalia atuação do Bahia em triunfo no clássico

Treinador destaca dificuldades encontradas e exalta resultado conquistado

Victor de Freitas


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Fonte: Felipe Oliveira / EC Bahia

Neste domingo (01), o Bahia visitou o Vitória e conquistou um importante triunfo por 2 a 1. O placar amplia a liderança tricolor no Baianão e mantém a invencibilidade da equipe de transição em 2020.

Em entrevista coletiva pós-jogo, o técnico tricolor destacou a importância do resultado obtido fora de casa, ressaltou a atuação de seus jogadores de defesas e citou as dificuldades encontradas em campo.

“Não vou negar que essa tenha sido a situação mais especifica do tal do cobertor curto. Perdi entradas, infiltrações, homens que pisam na área, mas ganhei consistência defensiva. Volume do Vitória foi grande em vários momentos, mas estávamos estáveis. Nossa defesa trabalhou bem. Vou carregar essa informação, mas não pretendo alimentar tanto. Espero ter à disposição o Ramon no próximo jogo, a gente não sabe a condição do Cristiano. Minha intenção é tentar trazer de volta nosso ímpeto de volume ofensivo”, falou o treinador.

Dado Cavalcanti também falou sobre a ausência de Ramon e de Cristiano, que seria o substituto no meio-campo.

“Durante esse processo de duas semanas, o Caio, que tem uma desenvoltura com a bola um pouco melhor, torceu o tornozelo no mesmo jogo-treino que perdi o Cristiano. Ele voltou a treinar no sábado passado. O Arthur Rezende passou por um processo de cuidados em relação à recuperação dos dois jogos que tinha feito em sequência. Se eu opto pela entrada do Caio, teria dois homens no meio com grande possibilidade de não terminar o jogo. Seriam duas trocas praticamente certas. Fiz uma opção de uma segurança maior para a nossa equipe com a entrada do Yuri. Talvez por isso a gente tenha tido um pouco mais de dificuldade no apoio da saída da marcação. A respeito da oscilação de ritmo de jogo, não foi ordem, foi algo natural. A gente precisa salientar que o adversário cresceu e nossa saída da pressão não estava sendo boa hoje”, comentou.

O técnico garantiu que sua equipe não sofreu o gol de empate por ter recuado após abrir o placar. Para ele, o adversário balançou as redes devido a uma falha da equipe.

“Não foi opção e não concordo tanto. É um ponto de vista. Tomei um gol, se lembrarem de como começou, numa construção do adversário porque o Régia estava cobrindo a marcação. Se estivessem embaixo, não aconteceria. Estávamos longe. As variáveis do jogo nos impõem em alguns momentos a descer e subir, compactar, sofrer, o alívio da pressão. A meu ver, foi onde pecamos hoje”.

A equipe de transição do Bahia lidera o Campeonato Baiano, com quatro triunfos e dois empates após seis jogos disputados.

O próximo desafio do time sub-23 será no domingo (08), contra o Doce Mel, na Fonte Nova.

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