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Notícia | Entrevista

Publicada em 02 de junho de 2020 às 14h12

Edson revela mudança de posição no Bahia e busca espaço com Roger

Jogador de 22 anos diz que era lateral-direito e se tornou volante por sugestão de Dado Cavalcanti

Victor de Freitas

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Fonte: Divulgação

Assim como Gustavo e Mateus Claus, Edson teve contrato renovado com o Bahia e permanecerá vestindo a camisa tricolor nas demais competições do ano. Com vínculo assinado até o fim de 2021, o volante celebra ter mais tempo para mostrar seu futebol no clube.

“Era uma coisa que eu já estava buscando. Desde que eu cheguei no Bahia, meu sonho era de renovar e ter mais tempo para mostrar meu trabalho no Bahia. Com essa renovação, tenho certeza que terei tempo para isso e dar alegrias ao torcedor tricolor”, falou o meio-campista tricolor.

Edson foi contratado pelo Bahia após aparecer como lateral-direito no Globo FC, do Rio Grande do Norte.

Logo em sua chegada ao Bahia, assumiu uma posição bem diferente. Passou a atuar como volante por sugestão de Dado Cavalcanti, a quem tem agradecimentos e elogios a fazer.

“Como já falei em outras ocasiões, o Dado foi um dos melhores treinadores com quem já trabalhei. Aprendi muito com ele. Só tenho a agradecer a ele a toda comissão. A parte boa é que pude renovar, junto com outros jogadores. Agora é continuar nosso trabalho, agradecer a confiança do Bahia e lutar pelos objetivos”.

“Com toda certeza, a intensidade do meu jogo. Em tudo que a gente fazia, quando a gente começava a treinar com ele, a intensidade era o principal ponto que ele buscava de nós. Eu, quando fui para o Bahia jogava de lateral-direito no Globo. Fui para o Bahia achando que jogaria de lateral, mas ele (Dado Cavalcanti) confiou em mim de volante. Fui aprendendo com Yuri e os demais jogadores. Com certeza foi um cara que me ensinou bastante e vou levar para toda minha carreira”.

Concorrência no time principal

“Já pude conviver com a maioria deles e trabalhar com eles. Só tenho a agradecer por estar com grandes jogadores no elenco. Tenho que aprender muito com eles. Se tiverem que aprender comigo, a gente vai estar disposto a ensinar e aprender. É uma concorrência boa. Lógico, respeitando cada um deles. Já me dou bem com todos, então só tenho a agradecer que quem tem a ganhar é o professor Roger e o Bahia”.

Roger Machado

“Quando acabou o Brasileiro de Aspirantes, recebi a notícia que ficaria no time principal com Ignácio em 2019. No começo, a gente começa meio acanhado, mas depois os jogadores e a comissão passaram confiança. O Roger sempre me procurava, me dava conselhos, conversava comigo. No decorrer dos treinamentos fui ficando mais à vontade. Quando retornar, estarei bem mais tranquilo para trabalhar com os jogadores”.

Fim do time sub-23

“O sentimento é de tristeza. A gente sabia que estava fazendo um bom trabalho desde o ano passado junto com o Dado e todo o elenco. No Baiano, não era diferente. A gente sabia que tinha muita coisa para ajudar. Infelizmente aconteceu a pandemia, mas a gente sabe também que há jogadores de muita qualidade que logo mais estarão em outros clubes junto com a comissão que me ajudou bastante”.

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