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Notícia | Mercado

Publicada em 16 de janeiro de 2020 às 17h39

Veja qual é a previsão de orçamento dos 20 times da Série A em 2020

Esquadrão repete posição de 2019 e tem o 14º maior orçamento

Victor de Freitas

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Fonte: Divulgação / EC Bahia

O Bahia vive um momento de crescimento dentro e fora das quatro linhas. Em 2020, o clube tem a maior projeção orçamentária de sua história, mas ainda segue buscando aproximação para os dez primeiros colocados entre os clubes da Série A.

Segundo orçamento projetado para 2020, o Bahia deve gastar cerca de R$ 179 milhões. É a 14ª maior previsão orçamentária da Série A.

Em 2019, o Esquadrão já estava nesta mesma posição e poderia até subir um posto devido à queda do Cruzeiro. Porém, a subida do Red Bull Bragantino faz com que o clube tricolor siga com o 14º orçamento do Brasil.

1º Flamengo – R$ 726 milhões
2º Palmeiras – R$ 600 milhões
3º São Paulo – R$ 517 milhões
4º Corinthians – R$ 427 milhões
5º Internacional – R$ 397 milhões
6º Atlético Mineiro – R$ 388 milhões
7º Grêmio – R$ 341 milhões
8º Vasco – R$ 324 milhões
9º Botafogo – R$ 246 milhões
10º Santos – R$ 249 milhões
11º Fluminense – R$ 212 milhões
12º Atlhético-PR – R$ 208 milhões
13º Red Bull Bragantino – R$ 200 milhões
14º Bahia – R$ 179 milhões
15º Fortaleza – R$ 109 milhões
16º Coritiba – R$ 102 milhões
17º Ceará – R$ 100 milhões
18º Goiás – R$ 80 milhões
19º Sport Recife – R$ 78 milhões
20º Atlético-GO – R$ 40 milhões

Vale ressaltar que os orçamentos feitos pelos clubes têm como critério uma projeção conservadora do que é esperado para o ano.

Em levantamento feito por Luciano Lopes, sócio-torcedor do Esporte Clube Bahia, verifica-se que os valores previstos pelos clubes da região Nordeste equivalem apenas a 8% do total entre todos os 20 clubes da Série A (R$ 466 milhões).

Juntos, os times da região sudeste possuem uma fatia de 70% do orçamento total das equipes da Série A (R$ 3,88 bilhões). Já as equipes do sul equivalem a 19% (R$ 1,04 bilhão). Os dois times do centro-oeste, juntos, preveem apenas 2% (R$ 120 milhões).

Bahia já incomoda clubes da região sudeste

A contratação de Rossi chamou a atenção da mídia nacional para o Bahia. Em meio à estruturação financeira do clube e a inauguração do CT Evaristo de Macedo, o Tricolor venceu Vasco e Fluminense na busca pelo atacante. O Botafogo até sondou, mas não conseguiu chegar nem perto da oferta tricolor.

Em uma análise feita para o portal UOL Esporte, o jornalista Rodrigo Mattos enumerou alguns pontos que demonstram o crescimento do Bahia diante de times cariocas. Confira um trecho:

“Na análise dos orçamentos do futebol brasileiro, o Bahia ficará provavelmente em 14o em receita com uma projeção de R$ 179 milhões. É pouco superior ao que foi obtido no ano passado. Mas tem um acréscimo de R$ 76 milhões em relação a 2017.

E como que isso aconteceu? O aumento de receita ocorreu principalmente em itens como sócio-torcedor, venda de jogador e televisão - e em menor proporção licenciamento de produtos. A projeção de sócio é de R$ 27 milhões de receita com uma expansão para 50 mil torcedores, quase o triplo de três anos atrás. Ao mesmo tempo, as negociações de atletas que saltaram de R$ 3 milhões em 2017 para R$ 35 milhões no ano passado. A TV responde por um terço da da receita total, proporção similar aos europeus menos dependentes de direitos de imagem.

Se comparados com os times do Rio de Janeiro, a receita continua abaixo, embora a diferença tenha reduzido bastante. O Vasco projeta receitas de R$ 300 milhões, o Fluminense sempre arrecada acima de R$ 200 milhões, embora não tenha divulgado orçamento. A questão é que o Bahia tem mais dinheiro livre para investir no futebol”, explica Rodrigo Mattos.

Neste ano, o Bahia já contratou Clayson, Jádson, Daniel, Rossi, Zeca e Juninho Capixaba.

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