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Notícia | Política

Publicada em 24 de novembro de 2022 às 15h09

Transição para SAF pode durar até nove meses; entenda como será

Associação civil continuará assinando contratos após 3 de dezembro até que todo o processo de transição seja finalizado

Victor de Freitas

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Fonte: Reprodução / Youtube

O tema que mais tem levantado o interesse dos torcedores tricolores ao longo de 2022 é a chegada do Grupo City ao comando do futebol do Bahia.

A entrada oficial do City Football Group no Bahia ocorrerá, de maneira oficial, com a aprovação dos sócios-torcedores, mas não será da noite para o dia que todas as ações serão tomadas pelo grupo.

É para isso que há um período de transição definido em contrato. Espera-se que dure entre três a quatro meses, mas pode permanecer por até nove meses.

Em mais um esclarecimento sobre o contrato, o presidente Guilherme Bellintani explicou como será o processo até que o City assuma a gestão, de uma vez por todas, e sem mais a necessidade de auxílio da associação civil Esporte Clube Bahia.

Enquanto todo o processo de transição de ativos para a SAF não tiver sido concluído, a associação, comandada pela atual Diretoria Executiva, é quem seguirá realizando as assinaturas, mas somente com a autorização do Grupo City. Trata-se apenas uma formalidade.

“Feita a Assembleia Geral no dia 3, caso a SAF seja aprovada passará a valer o contrato que já foi assinado. Esse contrato implica um período de até nove meses para o chamado “closing”. É o fechamento final do negócio com todos os procedimentos que só podem ser tomados a partir da Assembleia. Ou seja, não foram tomados ainda porque estão aguardando a aprovação dos sócios. Caso haja a aprovação, há uma série de procedimentos a serem tomados”.

“Dentre eles, a própria criação da SAF e a inclusão do novo investidor; transferência dos ativos, desde ativos junto à CBF, ativos imobiliários, ativos de contratos de funcionários e atletas, uma série de coisas que podem durar até nove meses, quando acontece uma espécie de “co-gestão”.

“Na verdade, o comando, a decisão, permanece sendo da associação, mas em “co-gestão”, e está previsto no contrato, por exemplo decisões do futebol, investimentos no futebol, contratos, novos contratos, tudo isso só podemos fazer mediante à autorização e acompanhamento do parceiro investidor”.

“A associação que funcionava com autonomia plena, perdeu um pouco da autonomia quando assinou o contrato e se dispôs a prestar contas sobre novos contratos, novas despesas. A partir do dia 4, a autonomia cai ainda mais e até que ela conclui, em até nove meses, mas a gente espera que se conclua em três ou quatro meses, nossa autonomia vai a zero no efeito futebol. Durante o processo, a gente realiza esse procedimento”.

19.443 sócios-torcedores em dia com as mensalidades e com pelo menos um ano de associação vão votar no dia 3 de dezembro.

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