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Notícia | Sobe e Desce

Publicada em 20 de junho de 2022 às 09h14

Sobe e Desce: após revés, veja o que marcou a semana tricolor

Semana foi marcada por resultado ruim e atuação abaixo da média

Da Redação

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Fonte: ecbahia.com

Sobe: Nação tricolor

Após uma semana em que os resultados foram ruins nas competições nacional - Série B, Brasileiro sub-20 e Brasileiro A-2 - o único ponto que merece destaque é a torcida tricolor.

Muito se fala sobre a Série B de 2022 ser a mais forte de todos os tempos, com o maior número de campeões da primeira divisão, incluindo o Bahia neste meio dos grandes clubes que estão na disputa.

Disputando ponto a ponto com times como Cruzeiro e Vasco, além de estar à frente do Grêmio, o Bahia tem se destacado também nas arquibancadas.

A nação tricolor tem demonstrado sua força nas arquibancadas, marcando presença e empurrando o Esquadrão rumo a triunfos que pareciam improváveis, como diante de Ponte Preta e Criciúma.

A essa altura da competição, o Bahia é o único time que tem quatro dos dez maiores públicos.

No que depender da torcida, o Esquadrão será sempre forte em casa. Resta, portanto, a resposta dos jogadores em campo.

Desce: Faltou criatividade

O Bahia se notabiliza por ser um time que consegue realizar jogadas em velocidade pelas pontas, e não é o primeiro ano que isso acontece. Notadamente, as melhores investidas ocorrem em lances de contra-ataque, durante jogos nos quais as equipes também o atacam.

Foi assim contra o Cruzeiro e Sport, por exemplo, sendo o jogo diante do Londrina a exceção nesse sentido.

Quando enfrenta times que se fecham, e jogar defensivamente também faz parte do futebol, o Bahia encontra sérias dificuldades. Não venceu o Azuriz, equipe de Série D, em nenhum dos dois jogos; perdeu para Ituano, Tombense e Chapecoense que atuaram com esse mesmo propósito de jogo.

Falta variação de jogadas e mais criatividade para conseguir se desvencilhar de times retrancados.

Contra a Chapecoense, na última semana, o Bahia deu mais uma demonstração de que é um time extremamente previsível quando tenta propor jogo. Pouco consegue criar pelo meio-campo e, quando tenta atacar constantemente pelas pontas, acaba repetindo jogadas que são travadas pela defesa.

Mesmo com um jogador a mais em campo a partir dos 10 minutos do primeiro tempo até 20 minutos do segundo tempo, o Esquadrão não conseguiu balançar as redes e parou em uma bem montada defesa da Chapecoense. Faltou mais agressividade ao setor ofensivo tricolor e qualidade na construção e também nas finalizações.

Substituir jogadores no decorrer da partida não adianta se a ideia de jogo continuar a mesma durante os 90 minutos.

 

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