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Notícia | Sobe e Desce

Publicada em 05 de abril de 2021 às 10h05

Sobe e Desce: quem está em alta e em baixa no Bahia?

Dado recebe críticas por escalação conservadora e cobrança por reforços em campo

Da Redação

A semana tricolor foi marcada por jogos nos últimos dois dias. Houve uma derrota para o Fortaleza, pela Copa do Nordeste, e um triunfo sobre o Atlético de Alagoinhas, pelo Estadual.

Com o tradicional ‘Sobe e Desce’, o ecbahia.com analisa quais pessoas, (jogadores, comissão técnica, dirigentes), situações, resultados e ações foram destaque na semana anterior, seja de maneira positiva ou negativa.

Sobe: Gilberto no ataque tricolor

Gilberto está no Bahia desde 2018 e em nenhum momento teve sua posição no time titular ameaçada, nem mesmo durante a passagem de Fernandão pelo clube, que tinha justamente o objetivo de disputar a titularidade.

Com alta regularidade desde que chegou ao Tricolor, o jogador mantém média de gols satisfatória. E neste início de temporada de 2021, tem repetido seus melhores dias em termos de bola na rede - que é a sua principal missão em campo.

São seis jogos disputados pelo camisa 9 e seis gols marcados. Uma média de um gol a cada partida disputada.

Após quatro gols anotados diante do Altos, Gilberto voltou a comemorar um gol no final de semana, contra o Fortaleza. Ele precisou apenas de uma chance para balançra as redes em um primeiro tempo marcado por falta de criatividade tricolor.

A presença do camisa 9 no ataque do Esquadrão traz segurança tanto para a comissão técnica, como também para a torcida.

Mesmo sem nenhum reserva à altura, o centroavante mantém o nível de atuações e demonstra não relaxar com a situação de titular absoluto.

Desce: Dado Cavalcanti e suas opções conservadoras no time

O Bahia teve uma temporada de 2020 absolutamente negativa. O time que disputou as competições do ano passado foi completamente reprovado pela equipe e, por isso, reforços se fazem mais do que necessários.

Até o momento, o Bahia já anunciou oito reforços e seis deles estão regularizados. Porém, o técnico Dado Cavalcanti tem recebido críticas justamente por seguir apostando nos mesmos nomes de 2020.

Conti demorou dois jogos no banco de reservas para, enfim, tomar o posto de Juninho. Depois dele, Luiz Otávio agora já soma duas partidas como suplente sem sequer pisar em campo. Ora essa, o setor defensivo não foi o pior do Bahia em 2020? Por que não escalar quem chegou para mudar essa situação?

No meio-campo, Galdezani e Thaciano - este com pleno ritmo de jogo - foram reservas para Edson e Daniel. Os dois não agradam e nem conseguem manter sequência de boas partidas.

As escolhas do técnico tiveram objetivo de manter quem goleou o Altos. Mas convenhamos que o time piauiense não pode ser nenhum parâmetro para definir a escalação do Bahia.

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